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New Age RPG
Bem vindos ao New Age RPG!

Nesse fórum, você viverá após a profecia Maia que dizia que o fim das Eras chegaria no ano de 2012. Ele não chegou. Pelo contrário, no dia predefinido para o apocalipse, fugitivos de um planeta chamado Kwan'd buscaram refúgio na Terra, iniciando, assim, uma Nova Era, onde Humanos e Alienígenas passaram a viver sobre o mesmo solo. Como se não bastasse os Alienígenas - alguns amigos, outros inimigos - Mutantes com poderes surpreendentes começaram a surgir também.

A Nova Era começou, repleta de ações e dramas.

De que lado da guerra você ficará?
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Leia a Trama de Férias 2.0 (aqui), envie sua ficha e divirta-se!

Contato: rpgnewage@gmail.com
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Dezembro de 2015

Grandes mudanças aconteceram no mundo. Uma nova raça chamada mutantes surgiu, ataques aconteceram e ainda acontecem nos mais diferentes locais do mundo e tudo parece ter tido início em New York. O grupo chamado Kyrohn é o principal culpado por tudo isso. Um guerra entre governo e os seres geneticamente modificados explodiu e o mundo está envolto a tensão e caos.

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FÓRUM INAUGURADO
Dia 30 de abril de 2011

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Dia 17 de MARÇO de 2012

Fichas de personagens ORIGINAIS já estão sendo aceitas para os seguintes grupos: Mutantes, Humanos, Vixen e Skulls e Pendullun.

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ESCOLHIDOS LIVRES
Quer adotar um escolhido? Eles são os protegidos alienígenas vindos fugidos de Kwan’d. São portadores de habilidades especiais, poderes, e são, no geral, pacifistas. Lista aqui.
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Atenciosamente,
A Admin.
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Agradecimentos
Agradecemos primeiramente a Deus, por nos ter abençoado com a capacidade de pensar e agir. Sem isso não teríamos criado esse fórum. Agradecemos à todos nosso amigos que nos apoiaram e nos deram idéias, aos escritores e produtores de filmes que nos mostraram as nossas bases: "I'm the number four", "X-Men", etc. Ao Fórum SupersRPG por ser nossa primeira casa e o causador da paixão por mutantes e seus poderes.

As imagens foram pegas no Google, as histórias e o design completo foram criados por toda a STAFF.

Agradecemos a todos players que passam por aqui, especialmente as players Luh e Lee, que desde o início da idéia, nos encorajaram.
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 Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças

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Amber
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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeSab Out 29, 2011 4:21 pm

Estávamos prestes a inciar o maior e mais ousado ataque que até então tínhamos feito. Eu, particularmente, mal conseguia me conter de ansiedade, enquanto ficávamos escondidas em um dos carros alegoricos apenas aguardando o momento certo para começar a diversão. Estava tão ansiosa que não tinha me dado conta que já estava em meu quinto chiclete.

Sweet Pea era a mais concentrada de nós cinco. Era ela quem traçava as estrategias, que cuidava para que houvesse pfalhas em nossos planos e zelava por nossa segurança, em especial por Rocket. Baby Doll lustrava sua espada, tão compenetrada e concentrada que era dificil tentar imaginar o que se passava em suacabeça naquele momento.

Rocket era a mais empolgada com tudo. Se eu estava ansiosa, podem acreditar, ela estava mais! terminava de encaixar seus equipamentos e verificava suas munições, suas armas brancas de curto alcance eram sua spreferidas e era facil vê-la rindo toda satisfeita enquanto as lustrava. Já Blondie, ela estava sentada e olhava pelos monitores tudo que acontecia do lado de fora. Sua missão, por enquanto, era de nos alertar quando o primeiro dos carros alegoricos desse inicio as apresentaçãos e logo todas nós deviamos ficar alerta para entrar em cena. Parecia concentrada, mas eu sabia o que s epassava em sua cabecinha.

De todas, eu era quem a conhecia melhor. Passei por trás de sua cadeira e coloquei a mão em seu ombro e me curvei para frente para poder ver melhor o monitor. Fz uma pequena pressão em seu ombro, um gesto solidario, assim procurava tranquilizá-la um pouco. Sorri para ela e logo, nos avisou que os primeiro carro já havia dado inicio a sequencia dos ataques.

Fui até uma pequena caixa e entreguei os comunicadores e um dispositivo de localização para as garotas. Minhas armas e meus dispositivos estavam preparados e só faltava um pequeno detalhe para mim. Fui até uma tipo de armario e retirei dele um pirulito. O desembalei e logo, coloquei o doce na boca, sentido-me agora preparada para começar. Sweet Pea nos chamou para o centro e fez seu habitual discurso e nos deu as indicações a seguir, apenas para nos lembrar de nossa real missão. Sorri quando ela nos deu o sinal para nos colocarmos em nossas posições .

Eu apanhei meu novo brinquedinho e fui para cima de um pequeno elevador interno. Me agachei e coloquei um dos meus joelhos no chão, para o apoio e encaixei meu brinquedinho no ombro. Com um toque agil, acionei o comando da mira e o deixei preparada para p primeiro ataque.

Sempre quis usar um brinquedinho desses! Meu LANÇA-FOGUETES M136AT-5! Baseado no modelo original vindo da Suecia, meu protótipo era mais potente e podia facilmente equilibrar um duelo entre um homem e um tanque de guerra. De ingnição eletrica, podia ser carregado com os mais diversos tipos de projeteis e seu diaparo era capaz de romper blindagens de até 52 centimetros de espessura! Eu tinha trabalhado pessoalmente com a equipe de desenvolvimento das armas, portanto, era meu o direito de usá-la oficialmente pela primeira vez!

As meninas se colocaram em outros elevadores e logo, quando o sinal foi dado, fui erguida lentamente pelo elevador até me colocar no exterior do carro Alegórico. Fiquei algum tempo na posição de atiradora e , ao sinal do Skull Líder, dei o primeiro tiro me direção da base de um dos predios, que levou várias pessoas que estavam no caminho e a explosao foi tão forte que toda a estrutura do predio ficou danificada e o mesmo penseu um pouco para o lado. O terror foi total e meu sorriso se alargou com o sucesso do meu brinquedinho.

Deixei meu brinquedo no carro e fiz um sinal para minhas amigas. Apanhei minha arma de Laser e curvei meu corpo para frente, na usual posição de combate e segui meu caminho, em busca dos meus alvos. Segundo um dos Skulls que viera nos dar instruções, as bruxas dariam um jeito de nos dar a localização dos Kyrohn para que completassemos a missão.

No inicio, não compreendi como as bruxas nos ajudariam, então, passamos a nos misturas entre as pessoas, detonando qualquer um que se colocasse em nossocaminho. Depois de ter estourado os miolos de uma mulher, percebi o que eles estavam falando. Um tipo de nuvem denunciava os alienigenas de Kwan'd e isso facilitou nosso trabalho.

Rocket era quem estava ao meu lado. Meneei com a cabeça e segui em frente, onde já havia avistado meu alvo. Uma mulher, julgando pela idade, devia ser um guardiã. Segurei a arma com apenas uma dasmãos e com a outra livre, retirei um explosivo, o preparei e lancei aos pés de Jannety Campbell. Cobri o rosto com as mãos quando houve a explosão e, como sabia que os guardiões eram dotados de esperteza e inteligencia incomum para os terráqueos, a guardiã com certeza sobreviveu. Me aproveitei da fumaça e, usando um tipo de óculos que nos fornecia uma visão mais limpa e por dentro da fumaça, a encontrei curvada, ainda se recuperando da explosão. Coloquei o cano da arma bem em sua nuca.

- Surpresa!

Citação :
Interagiu com: { Rocket, Sweet Pea, Blondie, Baby Doll, Skull (npc) e Jannety Campbell
O que aconteceu: { Destruiu a base de um prédio que agora ameaça cair e atacou Jannety Campbell
Local: { Iniciou no interior de um carro alegorico, e agora está próxima ao prédio danificado.
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Lucca Benami
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Lucca Benami

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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeSab Out 29, 2011 4:38 pm

Eu ainda não tava acreditando que aquele cara gostava mesmo do Batman! Quer dizer, geralmente adultos como ele não davam bola pra essas coisas. Aliás, eles costumavam achar isso bobo, ou diziam ser coisa só pra criança — coisa que eu mesmo já não era, preciso deixar claro. Por isso mesmo era que eu tava me dando bem com ele, mesmo que tivesse acabado de conhecê-lo! Nós dois já éramos crescidos e gostávamos de heróis, porque entendíamos bem o que aquilo significava. Não era ultra?

Continuei ignorando o Rico — pro bem do meu diálogo animado com aquele rapaz desconhecido. Me apresentei — e apresentei o Rico, que não se esforçou nem pra ser pelo menos educado e dar um sorrisinho que fosse — e perguntei o nome dele e também onde morava. Sabe como é, quem sabe ele colecionasse revistas em quadrinhos e a gente pudesse trocar algumas? Seria fantástico! Enfim, ele respondeu logo, dando uma olhadinha pro Rico, que continuava emburrado. O nome dele era Angelo — um nome latino, italiano talvez, o que despertou um pouco minha curiosidade —, e ele morava no Brooklyn. Tudo bem, eu poderia ir pra lá algumas vezes, se fosse preciso. Apesar daquilo ser perigoso, ele realmente não me parecia alguém com más intenções. Meu faro pra esse tipo de coisa não costuma falhar. Eu perceberia se ele tivesse planejando alguma coisa. Eu acho...


— Legal conhecer você também, Angelo! —eu respondi, com um sorriso bem largo.

Eu ia continuar a tagarelar, mas ele sorriu e se inclinou pra olhar pra avenida, tentando ver o que tava por vir. Sorri quando ele comentou que tava vindo algo legal, e já fiquei pensando se não seria mais alguma coisa relacionada a heróis. Um carro com o tema Batman, por exemplo! Eu ia ter um ataque se fosse, e ia querer me enfiar naquela avenida de qualquer jeito! Claro que eu ia conseguir, se fosse o caso. No entanto, antes que eu perguntasse o que era, Angelo me fez uma pergunta. E, bem, acho que eu ia ter que pensar umas trezentas vezes antes de responder. Primeiro de tudo: por que ele tava querendo saber aquilo? Tá, claro que era meio estranho mesmo dois garotos da nossa idade ali sozinhos. Geralmente os pais tavam junto, pelo menos perto. Era assim com a gente também, até o ano passado... Mas, assim mesmo, aquela pergunta podia ter uma intenção por detrás. Contudo, eu preferi pensar que não tinha. Angelo realmente não parecia um bandido. Além disso, se eu dissesse que estávamos sozinhos, talvez tivesse que explicar toda a história dos meus pais e... Bom, aquilo ia me incomodar um pouco. Então respondi gaguejando, tentando pensar em algo convincente:


— Bom, é... a gente... bom... na verdade...

Felizmente não precisei continuar, pois uma onda de aplausos e gritos animados encheu todo o lugar ao que um carro curioso cruzava a avenida. Era diferente dos outros, bem mais comuns se comparados a ele. Tinha no meio um tipo de vulcãozinho, com direito a lava e tudo, tufõezinhos e um jato d'água que voava no ar em volta do carro, formando figuras interessantes. Uau! Como é que eles conseguiam fazer aquilo? Eu não faço a mínima idéia — Rico talvez soubesse —, mas aquilo era simplesmente ultra! Eu mesmo comecei a bater palmas enquanto o carro passava já bem na nossa frente. Outro carro diferente vinha logo atrás, mas eu não tava dando muita atenção pra ele. Tava encantado mesmo era por aquele jato d'água!

De repente, Angelo virou pra gente e disse que achava melhor sairmos dali. Tipo, como assim?! Ele falou num tom sério, e isso me deixou um pouco ressabiado. Então ele queria sequestrar a gente, era isso? Eu esperava que ele não me decepcionasse daquele jeito e que não fosse o que eu tava pensando. Mas infelizmente era o que parecia. Cruzei os braços e fiz uma cara parecida com a que o Rico tava há alguns minutos. Eu não iria sair de jeito nenhum, muito menos agora com aquele carro super legal que tava passando! Mas tudo ia mudar de um jeito que eu não tava esperando...

Um cara que vinha no carro de trás começou a falar, a voz dele soando bem alto no microfone. Fiquei parado olhando pra ele, prestando atenção no que ele dizia. No comecinho fui concordando com a cabeça pra tudo o que ele falava, que parecia fazer bastante sentido. Foi só depois de um tempo que comecei a prestar atenção no carro em que ele tava. Que tipo de esquisitice era aquela? Balancei a cabeça e pisquei algumas vezes. E quando finalmente percebi o que tava acontecendo de verdade, algumas pessoas já eram simplesmente desintegradas por um tipo de laser que saía do carro e um tumulto havia começado.

Aquele cara começou a falarem planeta natal e a citar uns nomes esquisitos. Então era isso! Eu falei pro Rico, várias vezes, mas ele nunca quis acreditar. Aliens existiam mesmo, e mais que isso: eles tavam ali no nosso meio, e pelo visto não era pra nos convidar pra um chá no planeta deles. Tudo bem, eles pareciam bem humanos, olhando assim por cima, mas eu não ia me deixar enganar. Agora fazia sentido aqueles caras super-poderosos no beco. Claro! Aliens! Eu vi quando o sujeito tirou os capuzes de duas pessoas que tavam na frente dele no carro e passou a faca no pescoço do homem, que por sinal era o vice-presidente, e também de uma mulher que eu já tinha visto na tv mas não lembrava quem era. Cerrei os punhos, não suportando mais ver aquilo sem fazer alguma coisa, mas logo lembrei que ainda não ia poder fazer nada, ao ouvir Angelo pedindo que eu Rico ficássemos atrás dele. Além disso eu ainda ia ter que fazer cara de assustado. Saco.

Bom, quando o rosto gigante daquela mulher apareceu no meio de uma fumaça negra bem na frente do Angelo, posso dizer me assustei — um pouco! — mesmo. Os aliens definitivamente tinham poderes, e fiquei me perguntando se não seria por causa da luz do nosso sol amarelo ou algo assim. Se fosse, acho que eu ia pôr o Rico pra achar a fórmula da kryptonita. Tudo bem, não era hora pra isso; a coisa tava ficando cada vez pior. As pessoas se pisoteavam tentando fugir, desesperadas. Era hora de agir, mas infelizmente eu tava impedido naquele momento. Angelo me segurou pelo braço e começou a puxar a gente dali, apontando logo um caminho. Porém, fomos interrompidos. Um estrondo forte e um tremor no chão quase me fizeram cair. Olhei pra trás e vi uma mulher em pé, a mesma cujo rosto havia aparecido há pouco. Ao redor dela, devastação total.


— O que tá acontecendo aqui, afinal? — perguntei, também, logo em seguida à pergunta que Angelo parecera ter feito pra ele mesmo.

Angelo, no entanto, apenas mandou a gente correr. Por uma lado, eu não queria que ele pensasse que eu era um covarde, mas aquela era a minha deixa. Era assim com o Bruce também. Todos deviam achar que ele era um banana. Fazer o que, esse era um mal necessário. Mesmo assim, ainda fiquei parado ali alguns instantes — sabendo que Rico tava me fulminando —, a tempo de ver Angelo colocar uns patins e pegar na mochila um tipo estranho de arma (?). Agora era que eu tava entendendo menos ainda. Olhei sério pra ele enquanto ele pedia que nos escondêssemos e fôssemos pra bem longe dali, se desculpando por não poder ter evitado o sofrimento pro nosso planeta. Mas hein? Então Angelo também era um deles? Como assim??

Não deu pra ficar pensando muito nisso, pois Rico me puxou com força e praticamente começou a me arrastar na direção do nosso prédio, que ficava a poucos quadras dali. Felizmente. E acho que o melhor a fazer era ir pro apartamento mesmo. Mas não pra ficar escondido lá.


— Rico, a gente precisa do equipamento novo. E já! — eu disse enquanto já subíamos de elevador até o último andar do nosso prédio. Por sorte o caos ainda não tinha chegado até lá. Como eu já sabia o que ele ia dizer, continuei. — Não interessa, você viu o que tá acontecendo, aquilo é real! A gente pode e deve ajudar as pessoas, Rico. Se você não quiser ir, pelo menos abre o laboratório e me deixa pegar as coisas novas que você já aprontou.

Sim, eu já tava com o uniforme por baixo da roupa, mas aquilo não seria suficiente numa situação daquelas. Desde nossa primeira — e última — missão, quando fomos surpreendidos por aqueles caras com super-poderes, Rico vinha trabalhando no desenvolvimento de nosso equipamento, e produzindo algo melhor e mais prático. O problema era que ele ainda não tinha terminado tudo, mas dessa vez não daria pra esperar. Enfim, Rico pelo menos não resistiu em abrir o laboratório. Sem esperar por ele, me dirigi logo às minhas coisas. Sai o sobretudo de utilidades e entra uma capa longa projetada pra amortecer quedas de alturas não tão grandes e saltos médios. As utilidades foram pra um cinto bem mais prático que o anterior — um dia desses a DC ainda processa a gente — e pra aberturas na luvas. Além disso, agora teríamos armas que nos ajudariam contra super-poderes. No caso, era tudo que precisaríamos naquela hora. Ou melhor, que eu precisaria, já que não tinha movido uma palha enquanto eu terminava de me aprontar.

— Você não vai mesmo? Vai deixar aquelas pessoas morrerem lá embaixo? — esperei, mas ele não respondeu. Um pouco desapontado — e emburrado —, passei ao lado dele sem encará-lo enquanto vestia a máscara, a capa e o capuz, e apenas concluí enquanto saía do laboratório. — Tá bom então.

Fui até a sacada do apartamento e subi no beiral. Respirei fundo e saquei da luva um mini-arpão que projetaria uma corda de alguns metros, o suficiente pra que o arpão se fixasse no telhado do prédio vizinho, que era mais baixo, e assim me permitisse descer por ele. Torci pra que aquela coisa funcionasse. Mirei por alguns segundos e então pressionei as travas e, thwift, a corda e o arpão se enroscou na beirada do outro prédio. Sorte de principiante. Dei puxõezinhos pra verificar se a corda tava firme, e então desci por ela, saltando, enfim, no terraço do edifício vizinho. Dali consegui chegar logo à rua, sempre usando o arpão. Agora era que o bicho ia pegar.

Entrei por um beco estreito — e estrategicamente escuro — que daria na avenida do desfile. Aquela não era a melhor hora pro Shadow Moon sair à rua, claro, mas os vilões não tinham hora pra aprontar, né? Os vilões aliens, então, menos ainda. Por isso, eu realmente não tinha escolha. Parei à beira da avenida, me mantendo nas sombras, a princípio. Vi um alien partindo pra cima de uma moça que parecia em estado de choque. Antes que ele a alcançasse, saquei um bumerangue em formato de lua e o atirei, acertando a cabeça do alien, que olhou pros lados, confuso. Então, de surpresa, corri e saltei sobre ele, atingindo-o com um rápido e preciso chute no rosto e derrubando-o no chão. Ele tinha olhos vermelhos e feições um tanto assustadoras. Mas eu não podia temer. Não mesmo.


— O que exatamente vocês querem aqui, alienígena? É melhor dizer, se não quiser virar churrasco... — disse com a voz metalizada produzida pelo transfigurador, ameaçando o alien com as minhas duas mãos sobre seu peito — debaixo delas, nas palmas das luvas, um dispositivo capaz de gerar ondas de choque de alguns volts, o suficiente pra fazer um pequeno estrago. E pra isso, bastava um simples comando. Eu esperava que não precisasse usá-lo... Enquanto isso, parte de um prédio desabava a alguns metros dali, como se tivesse sido explodido. A coisa tava ficando ainda mais feia a cada instante... Em mais uma distração boba, mas sem sair da posição em que estava, olhei ao redor, tentando avistar Angelo em algum lugar.



Citação :
Interagiu com: { Enrico Benami, Angelo Morgan e Skull (npc)
O que aconteceu: { Protegido por Angelo, escapou dos primeiros ataques. Correu para seu apartamento ao lado do gêmeo e retornou ao local da batalha usando o novo uniforme de Shadow Moon. Atacou um Skull [npc] e ameaça eletrocutá-lo.
Local: { Iniciou na avenida, foi para o apartamento e retornou à avenida, próximo ao prédio recém explodido.


Agora, vestindo algo parecido com isto.
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Allan Hemsworth
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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeSab Out 29, 2011 6:49 pm

Ainda estava no fuzuê da multidão. Naqueles caos infernal que alguém como eu nunca deveria ter o desprazer de participar. Droga de terroristas malucos tentando matar todas aquelas pessoas inocentes, mas espere só, o que era aquilo? No céu eu via pessoas voando sem nenhum equipamento e outras usando ataques que não eram de bombas mas sim algo que beirava muito a magia vista em filmes e séries. Aliens? Será que a história maluca do homem com o microfone era verdadeira? Se fosse eu não estava de tudo errado, eram Alliens Terroristas. Ou também mutantes, mutantes como... como eu.

Eu realmente não deveria ter acompanhado o idiota do Arthur nessa vinda ao Desfile de Ação de Graças - Pocha, no desespero todos viram idiotas -, eu poderia estar numa boate nessa hora, poderia estar com alguma colega estudante de direito no quarto agora, mas não, com tantos locais interessantes para se ir eu estava sofrendo com o ataque de Alliens terroristas numa situação humilhante e vergonhosa para alguém da minha estirpe. Pocha, sou filho de um dos maiores donos de Banco de Nova Yorque! E falando em família, onde meus pais estariam nessa hora? Provavelmente desfrutando do prazer de serem ricos num jantar elegante em Paris, talvez nem tenham sabido ainda sobre esse massacre aqui.

- Arthie, você tinha que ter me trazido aqui?! - Ele não me respondeu. Não me admirava muito não ter feito, aliás, eu nem sabia realmente como eu tive coragem de dizer alguma coisa naquele momento. Um verdadeiro inferno na terra, não tão quente como dizem que lá é, mas era um portal pra lá, com todas aquelas mortes, aqueles terrosristas estariam colocando muitas pessoas no outro mundo.

Nada de pensar muito numa hora daquelas, nada de rever tudo o que passou e que não passou em sua vida, eu não tinha planos de morrer naquele momento e por isso muito menos de lamentar onde eu pude ou não pude estar. Meu objetivo era sair daquele tumulto, instinto básico de qualquer ser vivo: "sobreviver". Reparei na garota ao meu lado, a linda loira que a pouco tempo tentei cantar mas não tive tempo, pocha,nem ter tempo de conquistar alguém eu tive, aqueles terroristas estavam na minha lista negra, interrompendo a coisa mais importante e que eu mais sei fa...

Meu pensamento foi interrompido quando um tipo de raio rocho acertou a garota que eu olhava e ela se desintegrou na frente de meus olhos. Meu Deus! Eles não estavm mesmo pra brincadeira. Olhei para trás e vi quem atirou nela, era um homem que estava em cima de um carro alegórico e que continuava a atirar na direção onde as pessoas estavam mais concentradas, na minha direçã!!!

Naquele momento eu poderia entrar em pânico, eu tinha todo o direito de fazê-lo, mas não o fiz, não entrei em pânico, pocha, muitos não entrariam e permaneceriam em calma apenas tentando se defender e as pessoas que eu conhecia e sabia que fariam isso não estavam ali, provavelmente estavam em seus estágios em empresas ou estudando para as provas do semestre, eram meus próprios colegas de curso. Será que foi pra issso que meus pais me criaram dessa forma? Para me transformarem num sujeitinho fútil e desinteressado? Meus pais sabiam o que estavam fazendo?

Eu poderia entrar em pânico, mas não o fiz, podia não demonstrar mas eu era inteligente quando eu precisava. E o que eu podia fazer agora? Não haviam muitas rotas de escape e eu nem mesmo sabia usar meus poderes de mutante como arma. Foi exatamente nesse momento que vi, senti e ouvi o barulho de algo acertando o prédio a metros de onde eu estava e abalando totalmente a sua estrutura. Ele iria desabar a qualquer momento!

Reparei mais atentamente na situação em que me encontrava, a minha frente uma multidão de pessoas se esprimiam tentando fugir do terror que vinha dos carros alegóricos e atrás de mim, prováveis alliesn e mutantes faziam um extermínio da família de classe média baixa novaiorquina. A maior chance que eu tinha de escapar daquilo era pelo caminho dos carros alegóricos, é claro que tinha todos aqueles malfeitores, mas também era bem claro que por lá tinham menos pessoas. Não sabia se chamava Arthur para ir comigo, mas sabia que quanto menos melhor, por isso, por impulso parti saindo correndo na direção dos carros alegóricos, esperava apenas que eles não me vissem.

Atravessar a rua estava muito dificil para mim, eu corria e parecia que nem chegava a me mover, mas quando cheguei na metade do caminho uma mulher de traços belos pousou na minha frente. Olhei bem dentro de seus olhos e nem percebi quando ela me atingiu com um soco forte que parecia amplificado por algum tipo de coisa - mágica? mutação? - e me lançou a metros no ar me fazendo agora cair em cima da multidão. Senti uma dor alucinante no peito, mas que era amenizada pela adrenalina que corria a mil em minhas veias e instintivamente procurei andar por cima das cabeças das pessoas, ora me escorregando mas nunca caindo pois nem espaço entre elas havia. Sorte - ou não - a mulher me lançou longe e pude chegar ao outro lado não tão facilmente por ter que pisar em pessoas, mas bem que foi um pouquinho mais rápido.

A multidão vazava por um beco escuro, mas com todos se espremendo daquele jeito era muito difícil de passar, onde vários caiam e uns pisavam em cima dos outros, havia sangue para todo lado e a maioria não se importava em salvar seus semelhantes.

Ouvi o barulho do prédio cair. Torres Gêmeas??

Olhei para o lado e tinha um caminho menos congestionante, pois era o lado oposto ao que as pessoas fugiam, elas deviam estar fugindo de algo em potencial e especial, mas era uma possível saída. Por isso foi para lá que eu corri.

Citação :
Interagiu com: {Arthur NPC, Mutante NPC
O que aconteceu: {Fui lançado com um soco amplificado da mutante sobre a multidão e consegui passar por ela atingindo o outro lado. Presenciei uma morte ao meu lado. Procurei fugir por um caminho suspeito.
Local: { No meio da multidão, na direção dos carros alegóricos e do outro lado da multidão onde as pessoas estavam menos expremidas.

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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeSab Out 29, 2011 9:35 pm

Eu nunca acreditei que alienígenas existissem. Mas eu pensava que se eles existissem, e um dia resolvessem aparecer aqui na Terra, eles fossem surgir no céu numa imensa nave espacial que cobriria uma boa parte da nossa atmosfera, ou mesmo em naves menores, mas de uma tecnologia muito mais avançada que a nossa, justamente como nos filmes de fição científica. Mas ali os extraterrestres estavam vindo em carros alegóricos de desfile de Acão de Graças.

Bom, eu acho que não preciso ficar explicando aqui tudo o que aconteceu, por que o meu irmão já fez isso. Ele estava todo animado, tagarelando com o tal de Angelo, pensando mal de mim pelas costas (é, eu sei que ele estava fazendo isso, como sempre), quando de repente aqueles carros alegóricos esquisitos apareceram. O primeiro deles era simplesmente estapafúrdio, com direito a um vulcão soltando lava e um jorro de água formando figuras no ar, sem falar em pequenos tufões que surgiam do nada em volta do carro. Aquilo não fazia nenhum sentido! Tudo bem que estava muito bem feito, tanto que na hora eu tive até vontade de perguntar como eles estavam fazendo aqueles efeitos. Mas para mim, eles pareciam cientificamente impossíveis. Já o segundo carro não parecia ter nada de mais, só que era de um extremo mal gosto, com um "show" de carrascos torturando pessoas encapuzadas, aquilo parecia um teatro de quinta. O problema é que não era teatro. E eu e toda a multidão ali só descobrimos isso quando o discurso do homem em destaque no carro começou a ficar estranho e quando ele próprio matou o vice-presidente do país e a secretária de Estado.

E pensar que eu tinha quase me emocionado quando ele fez a pergunta sobre quem ali havia perdido pessoas amadas... Tudo bem que nossos pais não tinham desaparecido num ato terrorista, mas imaginei que a sensação não fosse tão diferente. A diferença era que ainda havia esperança de encontra-los, mas... Bom, o discurso era falso, mas o que começou a acontecer ali era bem real. Pessoas estavam sendo fulminadas por um raio estranho que as desintegrava assim que as tocava, e foi isso que me fez acreditar (pelo menos a principio) no que o homem dissera sobre terem vindo de outro planeta. A menos que um grupo terrorista tivesse evoluido tanto a ponto de criar uma arma daquela, mas era algo difícil de se imaginar...

É claro que aquilo provocou um enorme tumulto e fez a multidão começar a gritar a correr desesperada e de maneira desordenada. Tudo em seguida aconteceu muito rápido. O Angelo estava nos protegendo, por algum motivo, talvez por ter ido com a cara do Lucca, até que o rosto de uma mulher esquisita apareceu na frente dele, como se fosse um holograma. Outro tipo de tecnologia alienígena? Eu estava cada vez mais certo que não podia ser coisa de terroristas "humanos"... Bom, só sei que Angelo mandou que corressemos para longe dali e eu não pensei duas vezes antes de puxar meu irmão imbecil, que continuava parado no mesmo lugar, esperando que acabasse fulminado também.


- O que você tá esperando, tá querendo morrer também, é isso? - eu gritei com ele, pois estava nervoso. E na verdade eu estava com medo de perde-lo e acabar ficando sozinho de uma vez por todas.

Puxei Lucca com mais força, até que ele veio comigo finalmente. Corremos o mais rápido que pudemos para o nosso prédio. Alguns vizinhos também voltavam, todos muito assustados, e subimos no elevador lotado, que foi esvaziando aos poucos ao que ia parando nos andares. O nosso foi o último, é claro, e eu comecei a me sentir sozinho de novo. Antes de descermos, porém Lucca disse que precisavamos dos equipamentos novos. Ele só podia estar brincando...


- Não, Lucca! - respondi na mesma hora - Você tá louco? Duas coisas: eu ainda não concluí todos os equipamentos, e você sabe disso. E os que já estão concluídos ainda não puderam ser testados devidamente. Segundo: nós não vamos voltar naquele lugar de jeito nenhum! Nem pensar! Tá me entendendo? Eu... não... volto... pra lá!

Lucca respondeu o que eu já imaginava e pediu para eu abrir o laboratório. Tudo bem, se ele queria ir lá se matar, não seria eu quem iria impedir. Abri o laboratório (autorizando com a leitura da minha retina) e deixei ele entrar, e então fiquei só observando de braços cruzados enquanto ele pegava os equipamentos ainda não testados. Quando ele já estava quase pronto, me perguntou de novo se eu não iria. Eu respondi balançando a cabeça em sinal negativo. Então ele passou por mim todo irritado e saiu.

Fiquei pensando um pouco no que ele tinha falado. Claro que eu não queria deixar de ajudar as pessoas, mas... Eu só não queria correr o risco de algo pior acontecer. Mas pensando por outro lado, fossem aqueles sujeitos extraterrestres ou terroristas, se eles dominassem a cidade, o país quem sabe, a vida de todo o mundo estaria em risco. E não seria trancado em um apartamento que se poderia evitar alguma coisa. Eu não gostava de admitir, mas comecei a achar que o Lucca tinha razão dessa vez. Eu corri para a sala, tentando alcançar ele, dizendo:


- Lucca, me espera, eu...

Mas ele já tinha saído. Caminhei até a sacada e vi ele descendo pela corda do mini-arpão. Cerrei o meu punho e decidi que não ia deixar o meu irmão sozinho nessa. Voltei correndo para o laborarório, tirei as roupas que cobriam a base do uniforme, feita de fibra de carbono, e vesti a máscara e a capa e o capuz, esses eram inovações minhas e melhorias que eu fizera pensando em algo menos complicado de usar e ao mesmo tempo desse mais desenvoltura em alguns aspectos. Eu esperei que funcionasse na prática tão bem quanto parecia na teoria...

Não vou descrever o caminho que usei para chegar a avenida novamente por que deve ser bem parecido ao usado pelo Lucca. O que importa é que tentei passar despercebido pelo canto destruído de uma calçada, bem próximo dos edifícios, e estava conseguindo, pois a confusão ali estava pior do que antes. Me impulsionando em um pedaço de calçada arrebentado formando uma ponta que se elevava a pouco mais de um metro do chão, saltei e subi em uma marquise. Comecei a observar toda a cena ao redor, me envolvendo na capa para tentar não ser visto, e tentando achar o Lucca (Shadow Moon) em algum lugar por ali. Porém antes de encontra-lo avistei o "carro alegórico" estranho dos suspostos alienígenas. Então tirei do meu cinto dois pequenos dispositivos, parecidos com micro-câmeras, e os atirei na direção do carro alegórico, deixando que caíssem bem no meio dele. Eles me transmitiriam informações sobre aquela "coisa", análises físicas, químicas, biológicas, e o que mais encontrasse.


- Vamos ver se descubro de onde vem aqueles "efeitos especiais" esquisitos... - disse a mim mesmo, ainda curioso sobre os "mini-eventos" naturais produzidos pelo carro.

Continuei procurando por Shadow Moon por pouco mais de um minuto, até finalmente avista-lo a alguns metros dali. Fui saltando sobre as marquises em sequencia até me aproximar dele, que estava sobre um dos "alienígenas" que ele havia acabado de derrubar. Mas nisso, houve uma explosão e parte de um prédio próximo desabou, provocando muita fumaça e um leve tremor, mas que quase me faz cair daonde eu estava. Quando eu me recuperei do pequeno "susto", vi que Lucca também tinha se distraído com aquilo, e perto dele um outro alienígena se aproximava, provavelmente querendo acerta-lo pelas costas.


"Atrás de você!" - eu falei usando nosso comunicador acoplado na máscara, mas a surpresa dele por saber que eu estava ali impediu que ele percebesse a ameaça se aproximando. Por isso, precisei agir. Era hora de testar uma das minhas criações principais. Tirei o arco e aljava que estavam presos nas minhas costas, por baixo da capa, escolhi rapidamente uma das setas, a posicionei no arco e mirei o alienígena atrás de Shadow Moon. Contei dois segundos e disparei. A flecha voou direto para o alvo, atingindo-o em cheio nas costas. Mas minhas flechas não eram comuns. Quando a ponta arredondada da seta tocou no sujeito, ela liberou uma descarga elétrica tamanha que eletrocutou e derrubou o alvo no mesmo instante. Era um pouco violento, mas aquele era um caso extremo.

- É. Funciona. - eu conclui, satisfeito, dando um pequeno sorriso por baixo da máscara.


Citação :
Interagiu com: {Lucca Benami, Angelo Morgan, skull NPC
O que aconteceu: {correu para casa, pensando em ficar escondido, mas decidiu voltar para tentar ajudar as pessoas com o irmão e procurar descobrir algo sobre os "supostos" alienígenas
Local: {apartamento e atualmente sobre uma marquise de uma loja próxima ao prédio atingido


Rico vestindo isso (no tamanho proporcional dele, claro) ^^
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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeSab Out 29, 2011 10:24 pm

Pessoal, segue aqui uma lista que a Equipe elaborou para 'decidir' quem vai lutar contra quem para que não fique ninguém em desvantagem. Tentamos ser coesos com as decisões, mas não se prendam totalmente a ela: vocês podem mudar entre si.

A lista não é lei, quem quiser mudar é só mandar mp pra WAR, PEACE ou CHAOS que tentaremos fazer alterações, tá? Quem está com NPC por enquanto relaxa, novos personagens vão entrar na RP ainda (se Deus quiser) e se não aparecer, usaremos o NPC para postar com vocês, de forma que NINGUÉM vai ficar sem interação.

Citação :
Angelo Morgan vs Kendra Cornish
Ellene Valentine vs Aisha Welch
Hugh D'Carrick vs Kristen Hill
Ray Varki vs Annie Lawrence
Chace Stewart vs Brian McKellen
Sweet Pea vs Roxy Smith
Baby Doll vs Bruce D'Carrick
Rocket vs Diogo Summers
Amber vs Jannety Campbell
Ashton Bruening vs Reeve Rezac
Elektra Valentine e Eric Tunner vs Gabrielle Stefleer
Lucca e Rico Benami vc NPC
Allan Hemsworth vs NPC
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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeDom Out 30, 2011 8:44 pm


Mutante (NPC): Clica pra ver!
Poderes: Duplicação e super agilidade

Estava demorando para as jaulas serem abertas e finalmente as bestas liberadas. Eu era uma destas. Alguns julgariam os Skulls loucos pelo ataque audacioso logo em um dos maiores eventos do país, mas isso só prova o quão cheios de sí estão os babacas imundos governantes, que nem imaginam que existam seres tão poderosos quanto os Skulls que podem tocar o maior terror onde devia ser um dos locais mais seguros nessa epoca.

Podem me chamar de louco. E eu concordo! mas, foi em toda minha loucura que encontrei o caminho que eu devia seguir. O caminho para chegar onde sempre quis: Um mundo diferente. Novas diretrizes, novos soberanos, novos poderes... uma organização diferente, onde eu com certeza teria MEU espaço garantido. Eles me garantiram...

E como eu me divertia! Com meu conjunto de facas, eu retalhei em poucos minutos mais do que em todos os anos em que trabalhei nas ruas. As pessoas saberiam quem estano comando, e eu adorava ver as vitimas gritar quando me aproximava. Eu escolhia aquela spessoas que, por alguma coisa, me chamavam a atenção. Uma mulher, que tinha olhos verdes e me lembrava minha avó. Eu odiava minha avó. Um homem gorducho que lembrava meu psiquiatra. Uma menininha de lindos cabelos loiros que me lembrava a Dakota Fanning quando criança e eu sempre tive medo daqueles olhões dela...

logo, meus olhos focalizaram uma nova vítima: Um homem alto que tentava fugir acompanhado de um amigo. ( Allan e NPC). me lembrei de uma situação parecida, quando fui para a cadeia a ultima vez, quando meu melhor amigo me deixou para trás... Eu nunca o perdoei por isso. Nem quando o matei. E Aquele cara, me fazia lembrar muito dele...

Criei um clone (com minhas mesmas habilidades e armas) e o fiz apanhar o amigo daquele cara (Arthur). Ele, meu clone, usando a super agilidade o derrubou no chão e eu ri quando o vi acertar o rostono asfalto. meu clone subiu em suas costas e o impediu de se levantar, forçando com o joelho em sua coluca. Com a mão livre, os egurou peloscabelos e o obrigou a erguer a cabeça.

Agora, minha parte: Allan corria na frente e nem havia percebido quando Arthur caiu até ouvir o amigo gritar. Foi nesse instante que também usando a super agilidade, acertei-lhe um soco no rosto, apliquei uma torção no braço, forçando-o a olhar na direção do amigo, e dei um chute na pare de trás de seu joelho, forçando-o a dobrar. Ele agora estava de joelhos, de frente ao amigo que também estava preso, sob a custodia do meu clone.

- Sabe, muchacho, você me lembra meu melhor amigo... Eu ODIAVA meu melhor amigo, e agora, quer ver o que eu fiz com ele? Quer? Olha pra lá!!!- o segurei pelos cabelos e o forcei a olhar para a cena em que meu clone cortava lentamente a garganta de seu amigo, deixando-o agonizar enquanto sangrava. Meu corpo tremeu enquanto eu tentava me controlar, mas acabei deixando escapar minha gargalhada insana, assim como meu clone. - Agora, é a minha vez de brincar!- encostei a faca em seu pescoço, mas troquei d elugar varias vezes procurando o local certo para cortar. - Tem algo a dizer antes de eu afogar sua cabeça ems eu proprio sangue?

Citação :
Interagiu com: { Allan e NPC (Arthur)
O que aconteceu: { Depois de matar muitos, criou um clone, matou Arthur e agora, enfrenta Allan.
Local: { Próximo aos carros alegóricos.
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Allan Hemsworth
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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeSeg Out 31, 2011 11:13 am

Corria para o local onde todas as outras pessoas pareciam fugir, podia ser por algum motivo especial ou apenas por que como eu elas achavam que o outro lado era mais fácil de fugir. Mas não era. Esbarrei por duas ou trÊs pessoas que seguiam o cminho oposto ao meu, mas nem me importava com qualquer uma dessas coisas pequenas, pois aliás, minha mente e corpo estava perdida e agora, após a adrenalina diminuir em meu organismo, eu podia sentir a dor do soco da mulher em meu peito, e nossa, como doía.

Pelo caminho que percorri pareceu que eu tinha voltado para o centro da avenida já que agora estava novamente perto dos carros alegóricos, porém, um pouco distante de onde a mutante havia me acertado. Parei por alguns poucos segundos fazendo um breve reconhecimento do local, vendo onde estava isto ou aquilo e onde eu poderia correr. Avistei um pequeno beco escuro do outro lado dos carros alegóricos, era um pouco estreito por isso somente pouquíssimas pessoas o via, mas era para lá que eu planejava ir.

Reparei que a uns poucos metros de onde eu estava, perto dos prédios uma coisa estranha aconteceu, quando uma mulher que voava soltou um homem no ar, uma espécie de tornado impediu que a queda fosse brusca. Mas aquilo ali já não era grande coisa não, afinal, coisas estranhas era o que não faltava naquele desfile.

Me preparava para correr quando senti uma mão tocando meu ombro, assustei-me com o toque e preparava para tocar o que fosse quando me virei e vi que se tratava de Arthur.

- Ei calma! Quer me acertar porque? Até que enfim te acançei, vi quando você foi atingido e caiu mas nossa, achei que era pra se afastar de mim. - Fiquei um pouco culpado por ele ter pensado aquilo de mim, afinal, eu realmente o tinha deixado para trás quando corri em direção aos carros alegóricos, mas já que ele achava que não era culpa minha, era bom deixá-lo acreditando nisso.

- Tudo bem, já que você está aqui agora, veja - Apontei com o dedo o beco que eu vira a poucos segundos atrás. - aquele beco, nós podemos sair por lá!! - Arthur concordou com a cabeça e ia falar alguma coisa quando sai correndo novamente. Não estava ali pra muitas conversar. Claro que esperava que Arthur começasse a me seguir, nem mesmo foi minha intenção deixá-lo para trás naquele momento, apenas agi por impulso e corri sem olhar para trás.

Parei apenas quando ouvi um grito, era um grito conhecido, era o grito de Arhtur. Virei-me para ver o que acontecia mas fui surpreendido com um soco no rosto, meu braço sendo torcido e depois um chute quase quebrando minha perna. Fiquei preso de modo a ver a morte de meu melhor amigo obrigatoriamente. Sangue. Foi sangue o que eu vi em seguida, sangue jorrando da garganta de Arthur, aquele sangue que cobriu meus olhos de vermelho e me fez perder a noção do tempo e espaço, fazendo emergir em mim aquela intensa dor de cabeça adormecida que desta vez veio com tudo, num único pulso, numa única dor. A faca do assassino roçava em meu pescoço mas eu não a sentia, sentia apenas a dor em meu cérebro que veio a se manifestar de um modo surpreendente, pude sentir uma força ou energia misteriosa brotar de minha mente e se projetar para fora de modo a criar um tipo de explosão de forte impacto e sem nenhum valor calórico e fazer meu agressor ser lançado a metros de onde estava, deixando apenas eu ali no centro, respirando com dificuldades e com o nariz sangrando em meio a grandes rachaduras ocorridas no asfalto.

Achei que eu fosse cair de tão fraco estava mentalmente e fisicamente, mas apoiei minha mão no chão e me levantei limpando o sangue que escorria de minhas narinas. Vi que meu agressor se recompunha e que vinha em minha direção mais furioso que nunca. Havia também o outro que matou Arthur, ele era... era muito parecido com meu agressor. Podiam ser gêmeos? Mas mesmo que viessem os dois, agora eu sentia que eu podia fazer alguma coisa, pelo menos eu achava que sim.
Citação :
Não querendo que aja dúvidas quando ao que meu personagem fez, quero explicar que foi algo como uma manifestação de sua telecinese, onde ele projeta algo como um campo de força para fora de si, ou mesmo o resultado de uma explosão psiônica, sendo muito comum o descontrole de telecinéticos inexperientes.

Citação :
Interagiu com: Arthur NPC, Mutante NPC. viu: HD, Kristen e Ellene. {
O que aconteceu: Meu amigo foi assassinado e eu me descontrolei com meu poder. {
Local: Próximo aos carros alegóricos. {

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Jack Hanson
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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeSeg Out 31, 2011 9:30 pm

Eu me mantinha calado, no canto, diferente dos demais, não expressava minhas emoções, não era necessário mostrar para todos os presentes a minha excitação, meu desejo por sangue. E eu não conseguia entender o motivo de termos que esperar o momento certo para agir, desde quando, existe o momento certo para assassinar as pessoas. Eu quero caçar, é pra isso que eu estou sendo pago, foi esse o motivo de ter adquirido essas habilidades. E a medida que o tempo ia passando, mas meu desejo por sangue ia me consumindo. Eu preciso matar, necessito disto.

Me levantei, pronto para acabar com toda aquela palhaçada e ir eu mesmo iniciar o ataque. Mesmo que para isso eu tivesse que passar por cima daquelas feiticeiras idiotas. Mas, no momento seguinte parei, sabendo que eles tinham resolvido dar inicio a festinha. Um sorriso brotou nos meus lábios, e ao mesmo tempo em que o carro em que estava foi escurecendo, e minha imagem desapareceu diante dos outros mutantes que ali esperavam para agir. Minha excitação e desejo eram tão grandes que eu não conseguia segurar meus instintos, olhei para os presentes que estavam naquele carro e decidi me alimentar daquele que possuía a aula mais fraca. Olhei para a minha esquerda e percebi uma aura um tanto fraca, indecisa, podia notar que estava com medo, medo do que poderia acontecer. Eu poderia acabar com aquele sofrimento. A escuridão tomou conta do carro, os demais não conseguiam ver absolutamente nada, diferente de mim que enxerga tudo mais claramente.

Na escuridão, eu não preciso ter forma, eu sou a própria escuridão, posso estar onde eu desejar, surgir de onde eu quiser, não faço barulho, não preciso respirar, me movimentar. Eu pertenço a escuridão e ela pertence a mim. Quando o mutante se deu conta, do perigo que ele estava correndo, não Havia volta. Ele já tinha sido envolto pelas minhas habilidades. Seus gritos não eram ouvidos, mesmo que os outros mutante estivessem a metros de distancia. Eu me alimentei de sua energia astral, e me deixou com ainda mais sede quando eu terminei.
Quando o Skull terminou o seu pequeno discurso, eu arranquei a porta do carro alegórico e sai envolto pela escuridão. Deixando para trás o corpo caído do mutante do qual eu tinha acabado de me alimentar. E enquanto eu me movimentava feito um vulto entre a multidão que corria desesperada, aflita, eu ia sugando suas energia astral, alguns possuíam as suas tão fracas, que caiam no chão, inconsciente, sem eu nem mesmo ter me aproximado o suficiente.

Mas, de longe eu pude sentir uma energia astral diferente, que me chamava a atenção. Eu não ia perder meu tempo indo atrás de um dos famosos “Escolhidos”, por que certamente todos estão indo atrás deles, e eu não sou do tipo de cão que luta por restos. Por isso, decidi que iria atrás dos mutantes, ou aqueles onde suas energias me chamassem a atenção. Quando me aproximei, percebi que o mesmo tinha atingido um dos mutantes que estavam no mesmo carro alegórico que eu. – Saí, ele é meu. O mesmo, pareceu querer me enfrentar para continuar tentando atacar o mutante. Uma espada negra surgiu em minha mão e se solidificou, apontei para o pescoço no idiota. – Tem certeza vai valer perder a sua vida por ele? Ele resolveu parar e pensar , posso sentir que não é uma de suas qualidades, percebeu que seria loucura me enfrentar e foi buscar outra vitima. Substituição... Disse, sorrindo para o mutante mais a frente (Allan), enquanto ia me aproximando. Eu podia sentir, sua aura possui uma intensidade boa, meio alaranjado. – A brincadeira agora é comigo. Sombras surgiram ao chão, saindo por debaixo dos meus pés, criando um circulo em volta de mim. O circulo negro, foi se solidificando, ganhando vida. Até surgir meu pequeno exercito de escravos das sombras, que estariam sobre o meu comando. – Ataquem... Invoquei apenas 5 de inicio, apenas para começar a diversão. Sobre o meu comando, eles vão em direção ao rapaz. Um dos cinco, se fundi ao chão, formando novamente apenas uma massa escura, que se movimenta rapidamente, aparecendo por trás do rapaz, ganhando vida e o segurando para que os outros pudessem atacar.

Citação :
Interagiu com: { Allan Hemsworth e Mutante NPC
O que aconteceu: { Saiu do carro alegórico e resolveu atacar o Allan. Para isso, espantou o Mutante NPC. Criou um exercito das sombras e o atacou.
Local: { Proximo aos carros alegóricos

A aparência dos seus soldados Aqui!

Spoiler:
 
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Baco Bueno
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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeTer Nov 01, 2011 5:49 pm

- O cumpadi! Traz outra cerva, mas dessa vez uma boa e não essa merda 'duplamente filtrada' que mauricinho só bebe porque aparece na tv! Digo enquanto olhava para uma tela de tamanho considerável na expectativa de o imprestável do barman ter trocado para algum canal que prestasse. Não entendia o motivo da tv estar ligada em um canal no qual era transmitido ao vivo aquela merda de desfile de ação de graças já que este bar é de esquina com essa balbúrdia.

Havia me esquecido que era por ali que passaria o desfile, caso contrário teria escolhido outro bar para terminar a noite. Eu tava virado, mas nenhum pouco cansado. A farra foi boa até ser estragada pela polícia que me perseguiu por várias quadras só por eu ter descido o cac&%& em dois babacas que partiram para cima de mim só por ter chamado suas gatas de gostosas, as pessoas hoje em dia não sabem receber um elogio.

Quando finalmente o imprestável trouxe a cerva eu tentei olhar novamente meu reflexo no vidro para ver como estava meu rosto, ainda não me acostumei com meu rosto se transformar em rocha... ferro... entre outras coisas no instante em que alguém me golpeia, não importa o quanto eu beba esta história de ser mutante ainda não desceu goela abaixo. Fazem algumas semanas desde o incidente naquele motel, mas a história que aquela mulher me contou ainda martelava em minha mente, afinal, por mas louco que parecesse, fazia sentido se eu pensasse em tudo que me ocorrera desde aquela doença estranha.

Em seguida olho para a rua e vejo uma mulher acompanhada de uma criança, provavelmente uma mãe e seu filho, isto me remeteu um pensamento que tentava evitar: várias vezes minha mãe me trouxe a este desfile quando criança e observava meus olhos brilharem ao vislumbrar todos aqueles balões enormes e alguns de meus super-heróis favoritos fazerem pequenos shows... e como eu vibrava quando um deles acenava para mim. Quando entrei na juventude a tradição mudara: passamos a assistir ao desfile pela tv enquanto nos banqueteávamos com comida chinesa requentada da noite anterior. Volto meus olhos para meu copo ainda vazio e o encho.

- Cheio o desfile este ano, não é? Tentou puxar assunto um cara que estava a meu lado no balcão. - Mesmo? Não notei. Disse com voz de desdem, não iria transparecer minha fragilidade por conta das lembranças que esta festividade me trazia. - É mesmo? Sorriu ao dizer, acho que não fui um bom ator neste momento, lembrar de minha mãe não era fácil, sua morte ainda chicoteava meu peito. - É rapá! Por que? Tá duvidando? Falei já assumindo uma postura marrenta. Ele ergue os braços demonstrando rendição - Calma cara! Hey! Eu só tava querendo papear um pouco. Beber me deixa mais sociável. Em seguida se apresentou estendendo a mão no aguardo de um aperto amigável, porem eu estava num momento bem distante do receptível a conhecer pessoas bêbadas num bar, mas disse meu nome para não ser tão estúpido enquanto levava meu copo a boca. Es que ele me chama a atenção para o carro decorado no estilo patriota que passava na tv. Um homem narrando os acontecimentos de 2 anos atras, justamente o dia em que minha mãe morreu tentando ajudar um filho da %#$@ do afogamento certo. Perco-me por uns instantes em minhas recordações e quando volto minha atenção a tv pessoas famosas estavam sendo torturadas e mortas! A multidão alvoroçada tentava correr. TENTAVA, pois esse bando de 'gado civilizado' se espremia numa mesma direção de modo que mal se moviam. As pessoas dentro do bar vidradas na tv aparentemente se esqueceram de que tudo estava ocorrendo na rua em frente a saída. Xingando muito pego a garrafa que ainda estava bem cheia e saio em direção a rua e só ai que as pessoas dentro do bar se tocam de onde estão: no meio do inferno!

Enfiando-me no meio da multidão carregando minha cerva é que me toco do que o louco da tv falou. Aqueles nomes estranhos foram uns dos citados por aquela mulher meses atras. Eu nem me lembrava do nome dela, na verdade acho que nem perguntei, porém a nomenclatura que ela usou para distinguir os aliens de sua história eu lembrava bem. Toda a história que vem martelando em minha mente por semanas explode na minha fuça e pelo visto na de toda NY.

Enquanto eu procurava uma direção mais fácil por onde fugir um gordo me atropela e antes dele terminar de gritar "sai da frente" o vejo desintegrar. Sorte a minha esse cara grande ter entrado na minha frente, sorte minhas, azar o dele. Afinal, pelo que a mulher disse sorte é uma das características de um de meus poderes, uma parte dele que se manifesta passivamente. É então pensando nisso que me ponho a correr pelo caminho aparentemente menos seguro. Na direção em que sigo só vejo coisas loucas: uma mulher desaparecer no ar e reaparecer em outro lado soltando um homem a metros de altura, pessoas sendo queimadas vivas por outros que emanam chamas das mãos, outros com um "X" enfumaçado sobre as cabeças, dentre outras coisas. Es que um cara começa a atrapalhar meu caminho e fulo da vida o acerto na cabeça com a garrafa. Por causa desse surtado desperdicei uma boa cerva gelada.

Um pouco afastado do que aparentava ser o centro da confusão vejo um rosto que me parecia conhecido. Paro de correr e observo mais atentamente o cara que estava sendo rendido por um careca mal-encarado enquanto outro que parecia ser irmão gêmeo do careca matava um. Então reconheço o que estava sendo rendido, era realmente o Allan. Esse moleque me ajudou uma vez com a polícia faz uns meses quando estava sendo expulso de uma boite por espancar um cara. Acho que no fundo ele me ajudou com interesse em uma das três gatas que estavam comigo, mas eu estava em dívida com ele e não aceitava ficar em dívida com alguém. Antes que eu partisse em seu auxílio houve uma pressão que lançou os carecas para longe! No mesmo instante me passou pela cabeça a possibilidade dele também ser mutante. Logo em seguida outro homem surge (Jack Hanson), este mais sombrio e com ar maniaco, expulsa os carecas da jogada e do nada figuras humanoides se formam nas sombras e parte em direção a Allan. "P#%@ que pariu! Mas que merda é essa? Agora que o moleque precisa mesmo de ajuda" Penso abismado enquanto parto num tiro em direção ao tal fugitivo de True Blood. Acho que pensar em "tiro" não foi uma boa ideia, pois uma espécie de raio, que aparentemente me tinha como alvo, atinge o asfalto sobre meus pés e me lança como uma bala em direção ao 'Rei das Sombras'. Ponho-me de forma a proteger meu rosto e o atingir com o ombro. Não me pergunte como nem o por quê, mas segundos antes de toca-lo a extremidade do meu corpo mais próxima a ele começa a emitir luz, começo a me tornar um maldito vaga-lume gigante.

Citação :
Interagiu com: { humanos NPC, Allan Hemsworth e Jack Hanson
Vi:{ todos os Escolhidos que estavam próximo ao carro da bandeira americana.
O que aconteceu: { Bebia num bar até ver a guerra começar. Parte em fuga observando tudo o que ocorria e terminou interferindo no conflito entre Allan Hemsworth e Jack Hanson
Local: { Início em um bar, atravessou a multidão passando pelos carros alegóricos até o ponto em que encontrou Allan.
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Eric Tunner
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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeQua Nov 02, 2011 5:02 pm

Conquistá-la era mais difícil do que eu estava imaginando. Nem todo meu dinheiro e principalmente meu charme Frances era o suficiente para conquistar aquela dançarina de boate. Ela é o tipo de mulher que confia em si mesmo e sabe que tem um grande potencial, o tipo de mulher independente. Mulheres assim são as mais difíceis de conquistar, mas no final, são as que dão mais prazer, em todos os sentidos e principalmente na cama.

Minhas palavras e cantadas foram jogadas ao vente e nem ao menos deve ter feito nenhum efeito sobre a morena. Mas, como dizem os velhos, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Ela ainda teve coragem o suficiente para tirar sarro da minha cara, lembrando da primeira vez em que tinha aparecido no estabelecimento dela e após vê-la dançar, fiquei hipnotizado e insisti em entrar a força no camarim. No final, meus ovos foram acertados forte o suficiente para me deixar 3 dias sem conseguir pegar mulher nenhuma. Mas, acabei que no final, descobri que sou sadomasoquista, por que aquele com certeza foi o melhor chute no saco que eu tomei em toda a minha vida.

Minha ultima cartada foi tentar utilizar algumas palavras em Frances que deixam qualquer mulher totalmente enlouquecida. Todos sabem que as mulheres amam os franceses. Não importa o quanto o cara seja feio, pobre e até mesmo sem alguns membros do corpo, basta falar Frances que todas ficam excitadas. – Não foram outras, foram todas as dançarinas do seu estabelecimento, só faltou você mesmo. Por isso, eu tenho certeza no que digo. É. Depois te ter sido ignorada por ela, eu meio que criei um objetivo de pegar todas as mulheres que trabalhava pra ela, apenas para ter o gostinho. Ela me intimidou com as suas palavras, e para ser sincero, eu nunca sou intimidado por ninguém, principalmente por mulheres. Mas, ela tinha um poder diferente. E a única coisa interessante que o inútil do meu pai me ensinou foi: “Quando uma mulher o intimidar, nunca a subestime-a. Pois, ela possui com certeza um poder. O Poder da Vagina”. Agora, vejo que ele está certo.

Resolvi puxar um assunto sobre algo mais Light, até por que, se eu continuar da forma em que estava, minhas bolas certamente irão receber outro cumprimento do pé dela. – É, parece ser bem família mesmo. O que me lembrou bastante a minha mãe, que certamente iria adorar estar aqui, assistindo ao desfile. E a cada palavra que ela me dizia, eu ficava mais interessado nela, a parte fisicamente me chamava muito atenção, mas, após ter alguma conversa descente com ela agora. Algo que não seja “Saia do meu camarim. Você de novo. Não acredito que voltou. Não cansa?” Pela primeira vez, escuto a voz dela de forma serena. – Eu vim apenas por causa de algumas formalidades com alguns investidores e por causa do nome da minha empresa, que está patrocinando o desfile. Eu estava ali. Apontei para o prédio que estava a uns 30 metros de distancia. -Mas, a única coisa que me fez descer até aqui e me misturar com os demais. Foi você. Sorri para ela, e completei em seguida. – Mas, isso não foi mais uma cantada, pode acreditar.

Mas, um dos carros que estavam surgindo me chamou a atenção. No começo, achei incrível, algumas mulheres vinham fazendo uma espécie de mágica e o carro era realmente bem enfeitado. Um homem pegou o microfone e foi fazendo algumas perguntas. A maioria das pessoas levantavam o braço, respondendo. Mas, eu estava achando tudo aquilo muito ridículo, então, apenas observava. Mas, o pior de tudo é que os carros agora possuíam carrascos e as suas vitimas, algo que não parecia ser exatamente o certo. – Isso, não é mais tão família assim. Comentei, logo que pude ver os capuzes sendo tirados e os famosos sendo mostrados, além de escutar os gritos deles de dor.

As coisas começaram a acontecer muito rapidamente, o lunático começou uma conversa sobre alienígenas, e algo assim e logo armas apareceram no carro e começou a dissolver algumas pessoas, simplesmente transformá-las em pó. Aquilo, era terrível. – Isso, não está me parecendo um show de mágica, é melhor sairmos daqui. Vamos para o prédio da minha empresa. Disse, principalmente pelo fato da população estar completamente alvoroçada. Afinal, estávamos sofrendo algum tipo de atentado terrorista. Afinal, a Secretária do Estado e o Vice presidente foram mortos na frente todo mundo. Tá, eu não gostava deles, mas nem por isso desejava que eles morressem. Mas, um barulho, me fez olhar novamente para o meu prédio. Ele tinha sido atingido por alguma arma, e estava tombando para o lado. – Meu Prédio, Meu Deus. Lá se vai Milhões de Dólares. E o pior de tudo, se ele tombasse, ele mataria centenas de pessoas e o principal, eu perderia milhares de arquivos importantes. Eu tinha que tentar pelo menos impedi-lo de cair. - Elektra é melhor você ir embora agora, e eu preciso impedir que o meu prédio desabe.

Corri em direção a ele, sem ter parado para olhar para trás, se ela tinha ido mesmo ou não. Esperava que ela fosse inteligente o suficiente e tivesse ido. Eu quanto eu passava entre as pessoas deve coisas que foi impossível não notar. Uma espécie de passarinho Gigante, que expressões femininas passou pela minha cabeça. Fora que eu pude ver um tornado surgido do nada e assim que tocou o chão, ouve uma explosão e objetos, pessoas foram arremessadas longe. Não havia somente eu de mutante ali, tinha muitos. Mas, nada disso iria me impedir de impedir o desabamento do meu prédio. Revesti meu corpo com camadas de gelo, formando um escuto protetor. Congelava o caminho a minha frente, enquanto eu ia patinando com os pés, rapidamente. Próximo a base do prédio, eu percebi que ele estava tombando para frente, iria cair em cima da população que corria desesperada. – Eu vou fazer picolé de quem atirou no meu prédio. Alienigenas idiotas. Comecei a construir uma grande barreira encostada no prédio, impedindo que ele tombasse pra frente e consequentemente caísse em cima de todos. Estava mais parecendo um apoio para o prédio, depois com o tempo, alguém dá um jeito de destruí-lo sem machucar ninguém e é obvio, com todos os meus documentos salvos. Por enquanto, essa barragem de gelo o manterá em pé. Olhei para trás e quem eu Vejo. Elektra. – Surpresa! Não disse, que ainda iria te surpreender? Mas, não era apenas a Elektra que estava me observando, havia um homem atrás dela, indo em direção a ela, para dar o bote. Criei uma estaca de gelo e arremessei em sua direção. Passando rente ao rosto da Elektra e acertando o peito do homem, e em seguida o congelando por completo, transformando-o em uma estatua de gelo.
Citação :
Interagiu com: { Elektra e mutante NPC
O que aconteceu: { Foi tentar salvar o Prédio que a Amber detonou. Congelando a sua base e impedindo que ele caisse. Logo após, congelou um mutante NPC.
Local: { Prédio, próximo aos carros alegoricos

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Agnes Humphry
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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeSex Nov 04, 2011 6:22 pm

I'm ready to go
Get me out of my mind
Revirei os olhos quando abracei Jannety e a ouvi murmurar sobre os cuidados que deveria ter por ali. Embora gostasse de ficar com ela, eu precisava de um pouco de liberdade como qualquer adolescente normal. Estava afoita para acompanhar as demais pessoas comentando sobre a beleza do desfile, olhar de perto os balões flutuantes em forma de animais e tomar sorvete de chocolate para espantar o calor. Logo um sorriso surgiu em minha face quando ela fez menção de me libertar dali. Conferindo que o celular estava grudado no bolso da calça e a faca serrilhada guardada cuidadosamente sobre a manga da minha blusa, assenti rapidamente às últimas palavras de Jan e coloquei uma mecha atrás da orelha, me contendo para não sair dali em disparada e conseqüentemente denunciar alguns de meus poderes aos civis.
-Tudo bem, mãe. Vejo você daqui a meia hora! – disparei, já saindo dali o mais rápido que podia para aproveitar melhor ao que a comemoração pedia. Mal sabia eu que meus problemas estavam para começar.

-x-x-x-

Tudo começou a dar errado quando algumas colheradas razoavelmente grandes eram engolidas em uma velocidade sobre-humana por mim, próxima ao local onde havia comprado. De início, era possível ouvir ao longe os barulhos escurecedores de instrumentos musicais em conjunto com as gritarias e vozes humanas, porém, esse mesmo som fora substituído por uma única voz, vindo provavelmente de um alto-falante. Percebendo que todos estavam atentos a esse novo acontecimento, passei a observar mais atenta ao que se passava ali. E confesso que nunca fiquei tão apreensiva quanto havia ficado naquele momento. Antes mesmo de pensar em fazer alguma coisa, como ligar para Jan ou fugir dali, uma marca escura em forma de ‘x’ firmou-se no local onde eu estava e, seguido pelo rosto de uma Vixen que obviamente nunca mais esqueceria,ficou claro que eu deveria sumir dali o mais rápido possível.
“Se perceber algo de errado, fuja e não olhe para trás.” ela disse. “Lute somente se não tiver outro meio. Cuidado ao usar os seus poderes, filha.” O evento estava parecendo mais um campo de batalha, com vários humanos machucados, desesperados e até mesmo mortos. Enquanto corria, eu deveria me lembrar de me esquivar dos disparos consecutivos que os Skulls estavam mandando a todo o momento. Nunca pensei que trinta minutos poderia ser um tempo tão longo.
Pensei em ligar para Jan,mas essa idéia fora logo descartada quando notei que ela também poderia estar em apuros,já que era minha guardiã e estava ligada a mim. Com uma ponta de desespero, senti que não poderia perdê-la, afinal, ela era a pessoa mais próxima a mim e eu realmente a considerava como minha mãe. Percebi que perdê-la seria pior do que aquele conflito que estava acontecendo. Perder Jan me deixaria em tormento.
Assim,quando finalmente voltar ao local onde ela estaria,meus olhos se arregalaram em pânico,passando a procurar algum rastro da guardiã em relação ao prédio atingido. Sabendo por um momento que o prédio estava a salvo – por uma camada de gelo – passei a procurar Jan até que a vi com uma arma apontada para si e cheia de fuligem por conta da recente explosão. Uma onda de fúria e angústia passou-se pelo meu corpo quando vi aquela cena. Puxei a faca serilhada de seu esconderijo e fiz o que me pareceu sensato naquele momento,ou pelo menos faria a mulher com a arma apontada para Jan se desviar de seu alvo: parti com a faca em riste na direção da mulher. Já sabia muito bem o que Jan poderia pensar,mas era a vida dela que estava em jogo.
Embora o poeira ainda estivesse densa no local da explosão, a mesma não impediu que eu usasse minha velocidade sobre-humana para dispersar a fumaça e minha força para atingir a mulher em suas costas. O campo de força já estava a minha volta,atuando como uma eficiente proteção.

Notes: Cara de pau mode On -QN
Sorry os erros & qualquer coisa,edito \o
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Citação :
Interagiu com: {Diretamente com Amber e indiretamente com Jannety Campbell. Viu Eric Tunner.
O que aconteceu: {Assim que percebeu o que caos que se formara,Agnes voltou para onde sua guardiã estava mas,ao chegar lá, viu que a mesma estava correndo perigo. Então a garota atacou Amber,tendo em mente que um único objeto:fazer a mercenária desviar-se de sua alvo principal - a guardiã da escolhida.
Local: {Começou no local próximo à venda de sorvetes e correu de volta para onde sua guardiã estava. Atualmente está próxima aos carros alegóricos,onde está também o prédio tombado.


Última edição por Agnes Humphry em Sab Nov 05, 2011 1:47 pm, editado 1 vez(es)
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Roxy Smith
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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeSab Nov 05, 2011 11:39 am

Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Eva_longoria__132
And every demon wants his pound of flesh
But I like to keep some things to myself


Acabara de dar uma vista em todo o meu redor para ter uma primeira ideia de como estava o desfile quando os meus olhos se depositaram de novo em Ashton, percebendo o olhar que ele me dirigia – ahh nem venha com essa! Você gostou da minha escolha só não adimite que esteja certo ahah! – Bem, de facto, o local para onde o rapaz me trouxera permitia não só uma boa vista para o desfile, como também até agora me salvara de encontrões de outras pessoas, apesar da concentração continuar a aumentar. Sabia que de nada me adiantava continuar a fazer-me de difícil. Já ali estava, e portanto, restava-me tentar por momentos abanar todas as preocupações que podia .

Só por isso dei o braço a torcer, sem evitar contudo terminar com uma breve alusão a todas as confusões em que geralmente via o número 8 envolvido. – ai Roxy precisa lembrar disso eu não lhe disse que vou me comportar !?! É serio... e nem comece a me lembra dos meus deslizes eu sei e vacilei mas to sem arranja confusão por uns dois meses é um Record – Quantas vezes já não fora chamada por o meu protegido se ter envolvido em rixas de rua. Inclusivamente estáva-me ainda fresca na memória a recordação da vez que o tivera de ir buscar à esquadra. Mas de facto, nos últimos tempos a maré andava mais calma. - Tem toda a razão. É uma grande record! E só por isso é que me pergunto por quanto tempo mais eu terei sossego. – Brinquei com um olhar divertido, face à expressão mais atrapalhada dele. Apenas continuava a achar cedo de mais para acreditar que finalmente estava a ganhar algum juízo.

-Ai não seja por isso eu encomendei um já pronto só esquentar quando chegarmos, pensei em tudo para você não ter trabalho e eu não ficar com fome – Encarei-o visivelmente surpreendida. Por aquela não esperava.. Afinal o garoto preparara mesmo tudo para este desfile. Procurei recompor a minha expressão antes de retorquir. – Mesmo assim, esquentado não é tão bom como preparado na altura - Falei só mesmo pela necessidade de dar um último comentário, lançando-lhe um sorriso simpático, antes de voltar a minha atenção para o desfile em si. Pessoalmente, não percebia metade dos balões que passavam. Contrariamente a tantos outros cidadãos, não delirava à passagem de um enorme balão de um sapo verde ou de outras alusões a famosas animações cinematográficas. Passavam-se já 2 anos, e ainda havia tanto que não sabia. Eu tivera uma infancia. O problema era que tinha sido construída e mais tarde destruída a muitos milhões de quilómetros daqui.

Ignorar todas as preocupações que me assolavam 365 dias por ano não era fácil: quando o nosso disfarce poderia ser descoberto; se as minhas habilidades físicas não seriam suficientes para lidar com uma situação de perigo eminente; e como Ash reagiria a uma verdade que deitaria por terra tudo aquilo em que ele acreditava agora. E era com algum esforço que o tentava fazer, quando a minha atenção foi atraída por uma voz, proveniente de um carro que ostentava uma faixa com um escrito especial: “Dia D”. Podia não ter passado apenas de um discurso acerca da união, não fosse o caso de logo atrás, um outro carro alegórico evidenciar efeitos visuais muito mais complexos que qualquer outro. Efeitos que não me eram de todo desconhecidos, mas com os quais há muito não tinha contacto. Projecções de magia vixen.

- Ash, está na hora de irmos embora – Falei com um tom de voz calma, tentando disfarçar o medo que se apoderava de mim, à medida que o meu coração começava a bater com mais força. Instantaneamente, segurei a mão dele, para o começar a guiar para longe das vedações que nos separavam do desfile. Não esperava que ele aceitasse de bem aquilo que dissera. No entanto, recusava-me a ceder a qualquer tentativa dele para me fazer mudar de ideias, encarando-o nos olhos assim que ele me tentou contrariar – Hey! Para nós, o desfile acabou. Já teve o seu momento de diversão, e devia estar grato por o ter acompanhado até aqui. E por isso mesmo, enquanto estiver comigo, ainda vai fazer o que eu digo! - A minha face mudara por completo, deixando de lado uma expressão amistosa, para dar lugar a uma autoritária, enquanto aumentava a pressão sobre a sua mão para o conduzir para longe.

A concentração de pessoas aumentara muito mais do que inicialmente previra, dificultando a passagem por entre o aglomerado de pessoas, enquanto ouvia o que a voz dizia por alto. As referências à nossa raça tornavam-se cada vez mais claras, quando espreitei por cima do ombro para observar, a tempo de ver não apenas uma série de pessoas que era mantida como refém sobre o carro, mas também as armas que surgiram na lateral deste – Cuidado! – Berrei, forçando-o a baixar-se a tempo de evitar os disparos lasers que passaram na nossa volta, vaporizando tudo aquilo em que tocavam, incluindo inocentes. Escutava o resto do discurso do skull à medida que um misto de raiva e terror se apoderava por mim, estimulado pelo ultimato que nos era feito. A vida de dezenas de pessoas podia estar naquele momento nas minhas mãos. Não fazia ideia se mais algum escolhido se escondia no meio da multidão. Essa era uma ideia que nunca me passara pela cabeça. Mas naquele momento, por mais que me custasse deixar todos os terrestres à mercê dos renegados de Kwan’d, a prioridade era Ashton.

Preparava-me para correr com ele quando na minha frente surgiu uma nuvem que transportava a imagem de uma mulher. Vixen. Sabia que estava marcada: tanto eu, como o número oito, e as probabilidades de conseguir fugir sem lutar eram mínimas - Oiça – Falei rápido para ele, tentando imaginar todas as dúvidas que lhe passavam pela cabeça. – Ashton, ao longo destes anos não fui completamente verdadeira com você. Há coisas que precisa de saber, mas não tenho tempo para explicar agora. Por agora, apenas tem que ouvir isto – Engoli em seco antes de continuar. Nunca supus que a verdade tivesse de vir ao de cima motivada por uma coisa horrível como esta –Você vai fugir, e não deixar que ninguém te apanhe. Se por algum motivo tiver que lutar, confie em si próprio e naquilo que é capaz de fazer, porque você é mais forte do que imagina.– Completei tentando demonstrar-me o mais confiante possível. – Mas preciso que me prometa que se por algum motivo formos separados ou alguma coisa me acontecer, não vai voltar para me tentar ajudar, okey? A grande prioridade agora é que você permaneça vivo. Eu vou-me assegurar que isso acontece. – O meu pedido soava quase como uma ordem. Não aceitaria outra resposta naquele momento. Apenas queria que ele escapasse são e salvo, e tencionava cumprir a minha missão enquanto guardiã.

Mas não houve tempo para mais nada pois logo vi um vulto se aproximar com uma enorme velocidade. Os meus reflexos não foram suficientemente rápidos para evitar que a sua mão envolvesse o meu pescoço, me projectando para trás, sentindo o forte impacto do meu corpo a bater no chão e as minhas costas começarem a doer à custa da queda feia. No entanto, não tinha tempo para me preocupar com a minha condição, pois assim que olhei para o ser, a imagem que vi aterrorizou-me. Ashton estava cara a cara com um skull. Movida para além das minhas forças naturais, pela necessidade de prevenir o que pudesse estar para acontecer, levantei-me agilmente, correndo em micro-segundos a distância que me separava do lagarto.

Com o punho cerrado, ferrei um soco na lateral da sua face para atrair a atenção dele, descrevendo logo a seguir um movimento circular baixo com o meu corpo, arrastando a minha perna junto ao chão, fazendo-a colidir com as do skull, para provocar o seu desequilíbrio. Instantaneamente levei a mão às costas, e de baixo do casaco tirei a arma de fogo vinda de Kwan’d, apontando-a ao adversário. Mais questões deviam nascer na cabeça do escolhido, e o pânico daqueles que para mim olhavam podia aumentar julgando-me apenas mais um deles. Mas tudo o que me preocupava na altura era a minha missão – Nunca mais se volte a aproximar dele, lagarto nojento – Pronunciei com aversão bem notável na minha voz, pronta a premir o gatilho e exterminar a criatura.

Citação :
Interagiu com: {Ashton Bruening e Reeve Rezac
O que aconteceu: {Tentou-se afastar antes de ser detectada, mas foi atacada. Ao ver o Ashton em perigo, contra-atacou o skull Reeve
Local: {No meio da multidão
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Elektra Valentine
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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeSab Nov 12, 2011 8:27 am

Eric Tunner era o nomedaquele homem. As circunstancias em que o conheci não foram a smelhores e sabem aquele lance da primeira impressão é a que fica? Bem: Que outro tipo de impressão uma garota teria de um homem que invadiu seu camarim para tentar "algo a mais"? Eu não o via com bons olhos e a cada dia que o via, me observando com aquela intensidade na boate, eu mais tentava me afastar.

Sei que ele é um dos caras mais ricos da cidade, dono de alguns prédios, playboy assumido, daqueles que gastam, usam e abusam, mas não era por esse motivo que eu facilitaria para o lado dele. Monella, minha mãe de crianção, costumava dizer que eu devia ser menos durona, mas o que eu posso fazer se sou assim?

Confesso que me magoei um pouco com o que ele falou, sobre as dançarinas de boate. Ora, ele podia conhecê-las durante as noitadas em que se divertia, mas não fazia ideia da vida de cada uma delas. Não tinha o dreito de julgá-las, por isso, deixei clara minha indignação. – Não foram outras, foram todas as dançarinas do seu estabelecimento, só faltou você mesmo. Por isso, eu tenho certeza no que digo.- olhei incredula para ele, imaginando se ele era tão cafajeste assim mesmo ou se só estava fazendo tipo.

- Você é ridiculo!- disse sem dó, virando o rosto agora para o desfile, procurando ignorá-lo, mas estava dificil. Ele deve ter percebido que bancar o cara safado não era nada interessante e que suas cantadas baratas não surtiriam efeito, por isso, mudou o foco da conversa para algo mais singelo. Respirei fundo e, como smeper acredito em uma sgeunda chance, resolvi dar continuidade ao papo mais familia que tinha começado a rolar.

-É, parece ser bem família mesmo. olhei de lado, discretamente para ele e, por um momento, pareceu que Eric estava divagando, ou perdido em alguma lembrança. Então, ele perguntou o motivo de eu estar mais afastada, e expliquei que gosto daquele lugar pois tinha uma visão melhor dali. Aquilo me fazia lembrar da minha familia. Aproveitei a deixa para perguntar sobre ele, saber um pouco, algo que não tinha saido como reportagem no jonel ou nas revistas de fofoca que costumo ler com as meninas.

– Eu vim apenas por causa de algumas formalidades com alguns investidores e por causa do nome da minha empresa, que está patrocinando o desfile. Eu estava ali.- ele apontou para um dos prédios mais chiques dali, será que ele achou que aquilo me impressionaria? Se ele achou, se enganou, pois olhei como se aquilo não fosse nada. -Mas, a única coisa que me fez descer até aqui e me misturar com os demais. Foi você.- voltei a olhar para ele, fixamente, como se analisasse até sua alma. - Mas, isso não foi mais uma cantada, pode acreditar.

- Eu sei...- sorri, agora de maneira sincera para ele, e voltei minha atenção para o desfile. mas, sbe quando você sente aquela sensação de que algo errado está para acontecer? Foi o que aconteceu. Sem que eu esperasse,fuiatingida por uma sucessão d epensamentos e isos fez minha cabeça doer um pouco, como uma pontada. levei os dedos as têmporas e as massageei um pouco. E aquela barulheira, aqueles carros alegoricos bizarros que aparecerem, e aquele espetaculo violento que estava acontecendo...

Arregalei os olhos quando notei o que estava acontecendo na eralidade. Aquele spensamentos que invadiram minha mente, eram daquelas pessoas presas e que agora, eram interrompidos violentamente a medida que eram assassinadas na frente de todos. levei uma das mãos a boca. – Isso, não é mais tão família assim.

Reconheci de imediato aquelas armas que usavam. Como eu podia esquecer do que aconteceu no lago algum tempo atrás onde vi aquelas armas sendo usadas e dizimando pessoas inocentes como se estas não passassem de lixo. Minha expressão era de puro horror. Isso, não está me parecendo um show de mágica, é melhor sairmos daqui. Vamos para o prédio da minha empresa.- não o respondi, mas fuis eguindo-o, olhando de um lado para o outro, pensando no que eu podia fazer para ajudá-los, já que o que outrora era um divertimento, virou um verdadeiro show de horror!

Tinha em mente chegar naquele prédio e mandar o Eric entrar, para que eu pudesse voltar e ajudar quem eu pudesse ajudar, mas ouvimos uma expolsão e em segundos, o prédio que estavamos indo estava para desabar. – Meu Prédio, Meu Deus. Lá se vai Milhões de Dólares.- olhei feio para ele: como é que ele conseguia pensar em dinheiro numa hoar dessas? Que tipo de pessoa ele era? - Elektra é melhor você ir embora agora, e eu preciso impedir que o meu prédio desabe.

- E como você vai fazer isso, gênio??- indaguei zangada e ele apenas sorriu antes de se afastar e correr, passando por entre as pessoas. Um tipo de ser alado deu um vôo rasante, que me obrigou a me abaixar um pouco, além de outras explosões que chamaram minha atenção. Um homem tentou me sgeurar pelas costas, mas ao senti-lo tocar meu ombro, segurei sua mão e apliquei um tipo de torção no braço, que o fez se curvar para não o braço quebrado. Com minha outra mão livre, toquei sua testa e vi em seus pensamento que ele era um mutante e que suas intenções comigo não eram das melhores. Olhei-o feio. - Garoto mau. -murmurei, antes de obrigá-lo a dormecer ali mesmo.

Voltei minha atenção agora para minha frente, onde busquei ajudar o maximo de pessoas que conseguisse, e até esbarrei de costas com um cara... todo coberto de gelo. Com certeza era outro mutante, mas como não me atacou nem nada, continuei focada em outras cenas, até ouvir uma voz bem familiar. – Eu vou fazer picolé de quem atirou no meu prédio. Alienigenas idiotas.

Virei a cabeça devagar e olhei para aquele "Homem de gelo" incrédula. Não era possivel que aquele era mesmo o Eric?! ele construiu um tipo de barreira de gelo na base do prédio para impedir que este desabasse e quando terminou virou para trás e pareceu surpreso quando ainda me viu ali.

- Tá me zoando...- foi o que consegui murmurar ainda sem acreditar.

– Surpresa! Não disse, que ainda iria te surpreender?- ele respondeu de imediato, criando um tipo de lamina de gelo e atirando na minha direção. Não pisquei e nem me mexi, pois a lamina pasosu direto e acertou um homem que vinha logo nas minhas costas.

- É, agora você me impressionou!- falei me aproximando mais dele e tocando na sua pele de gelo. Poxa, eu nunca tinha visto aquilo, me impressionou mesmo, fiquei curiosa e quis saber como era. Depois de tocar em seu peito de gelo, falei. - Agora que salvou seu prédio, o que acha de salvar algumas pessoas em perigo, hein? Se me mostrar o que pode fazer... eu te mostro tudo que sei fazer também...- dei uma piscadinha insinuante para ele e, logo, vi dois homens armados apontando as armas para nós dois. - Quer ver um truque?- perguntei e leveia mão a lateral da cabeça e me concentrei em ambos, confundindo seus pensamentos, fiz com que atirassem um no outro. Sorri, desafiadoramente e olhei para Eric. - Pode fazer melhor que isso, Sr Tunner?- enquanto ele me respondia, criei um tipo de proteção mental para nós dois. Sabia que podiamos encontrar outros mutantes por ai e não queria correr o risco de, novamente, ter minha mente invadida e acabar sendo controlada por algum daqueles Skulls malditos.

Citação :
Interagiu com: {Eric Tunner e Npcs
O que aconteceu: { Viu a Kristen Hill em forma de ave, desacordou um npc, acompanhou Eric e confundiu dois npc.
Local: { Começou na esquina de um beco e encerrou em frente ao prédio que estava para desabar.
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Gabrielle Stefleer
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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeSab Nov 12, 2011 1:01 pm

Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Untitled1
Better know that I don't and I won't ever stop cause
You know I gotta win everyday day!

Uma resposta vinda do moço na minha frente parecia tardar quando em minha volta, sinais de uma maior agitação despertaram a minha atenção. Instantaneamente, os meus olhos voltaram-se na direcção do centro da parada, no qual pude distinguir um carro que se diferenciava dos outros. Não apenas por não possuir qualquer tipo de balão atrelado, mas pelo facto de no seu topo se destacar um homem, cuja voz se projectava por toda a avenida. Não sabia à quanto tempo começara o seu discurso. No entanto, a forma como trabalhava as palavras parecia surtir algum efeito na população que anteriormente olhava para o desfile com um propósito exclusivamente lúdico. Nos ecrãs que se prendiam nas laterais, eram projectadas as faces de todos aqueles que eram forçados a estar ajoelhados sobre plataformas, com armas brancas deslizando pelos seus pescoços. Celebridades que eu sabia que não sairiam mais vivas daquele local.

Pessoalmente, não precisava ter um QI de 150 para perceber que espécie passara a dominar o show. Sobre aquele carro encontrava-se um grupo skulls, seguido por um bando de vixens, com um ataque eminente. E nada como simples ataques a lagos ou estátuas. As proporções deste seriam muito maiores. De tal forma, que se preparavam para envolver todos os cidadãos americanos que calhavam ter decidido passar esse dia de Acção de Graças naquele ponto específico de Brooklyn. Se a investida fosse bem sucedida, não me parecia que depois daquele dia, a cidade continuasse a ter grandes coisas por que agradecer.

Ao ver os canos das armas surgir no meio da parada, movimentei-me para trás do poste em que outrora me apoiara, a tempo de me refugiar dos disparos que dizimavam todos aqueles em que tocavam. Por momentos, esquecera por completo o mutante que anteriormente interrogara, procurando-o então com o olhar. No entanto, o tumulto era enorme. A pacífica avenida transformara-se num cenário de terror, em que gritos ecoavam pelo ar, e homens e mulheres de todas as idades se albarroavam numa tentativa desesperada de fugir com vida. Era impossível encontrar o moreno de olhos claros de à pouco ali. Para minha frustração, ele perdera-se no meio da multidão, da mesma forma que se perdera a minha probabilidade de conseguir alguma coisa dele.

O alvoroço dificultava imensamente a minha concentração. Cada pessoa que passava por mim a correr constituía uma forma de vida que marcava a minha cabeça, fazendo com que nesta se acumulasse uma amontado de informação que remoinhava os meus pensamentos. No entanto, eu estava longe de dar o jogo como acabado. Não o faria enquanto dentro de mim, ainda sentisse a existência de qualquer forma de vida alternativa num raio de alguns metros à minha volta. A principal questão estava em como conseguiria concentrar os meus sentidos de maneira a localizá-los. E esse, constituía para mim um desafio ao qual não cederia. Não estava exclusivamente à prova dos Skulls, mas à minha mesma. Esta poderia tratar-se de uma das únicas oportunidades de ver até onde podia levar os meus poderes.

De olhos fechados, procurei focar a minha atenção na presença mais próxima. Em poucos segundos, girei o pescoço para o meu lado direito, abrindo as pálpebras na precisa direcção em que um prédio começava a ruir. Sem pensar duas vezes, dei início ao meu movimento para esse mesmo ponto, deslocando-me rapidamente por entre aqueles que insistiam em tentar afastar-me com encontrões. Com alguma surpresa, observei uma série de manifestações mutantes na minha volta, entendendo o porquê da minha principal dificuldade em concentrar numa única alma. No entanto, o que continuava mais perto continuava a ser a fonte de uma parede de gelo que impedia o edifício de colapsar.

Aproximei-me até conseguir distinguir o responsável por tal efeito, distinguindo o moço moreno ao longe, arremessando uma estaca contra outro homem que dele se aproximava, convertendo o corpo deste numa escultura imóvel de gelo. No entanto, ele não estava sozinho. Outra mulher morena se encontrava ao lado dele, e pude observar a forma como trocaram algumas palavras, antes de a ver levar a mão à cabeça, virando outros dois homens armados um contra o outro. Não era persuasão, visto que ela não recorrera ao uso de qualquer palavra. Tratava-se com certeza do uso de alguma funcionalidade mental. A demonstração da sua habilidade, se bem que impressionante, apenas me facilitava o trabalho. Agora sabia aquilo que tinha de enfrentar, era mais fácil evitar qualquer surpresa que me pudesse ferrar.

Disposta atrás do homem congelado, cujo coração mais que certamente já parara de bater, lancei um jacto eléctrico forte na direcção deste. A organização dos átomos da água no estado sólido não lhes fornece a capacidade de conduzir a electricidade, o que me permitiu ver mesmo na minha frente, o bloco quebrar em pedaços, levantando algum fumo, mesmo antes de eu poder fixar os olhos neles. – Poderes impressionantes, mutantes. – Dava passos curtos e calmos na sua direcção, aproximando-me, inicialmente com uma postura que não deixava transparecer qualquer uma das minhas intenções. – Belas armas de defesa que possuem nas vossas próprias mãos. Se bem que por aquilo que mostraram, já sabem disso de certeza. - Parei a apenas alguns metros deles, não me aproximando demasiado para ter tempo de me desviar caso algum projéctil gelado fosse lançado na minha difecção, mas suficientemente perto para atingir a mutante caso a visse levar os dedos à cabeça. - Contudo talvez queiram ter mais cuidado antes de exibir aquilo que são capazes de fazer em plena praça pública. – Nesse momento, em cada uma das palmas das minhas mãos emergiu uma esfera eléctrica que tremeluzia entre os meus dedos. Um sorriso trocista, e um tanto ou quando desafiador brotou dos meus lábios. – Conheço alguém que vai ficar muito feliz se vos conhecer – Completei para mim mesma antes de num movimento rápido, levantar os meus braços na sua direcção, dando início à descarga de um feixe de tonalidade branco azulado que assim que lhes acertasse, não seria mais esquecido. Magoar, paralisar, atordoar, ou matar.. tudo dependia unicamente do tempo de exposição à electricidade que eu gerava.

Citação :
Interagiu com: { Inicialmente com Leolpold Oliander, e depois apenas com Eric Tunner e Elektra Valentine
O que aconteceu: { Depois de perder Leolpold de vista, partiu à caça de novos mutantes, chegando a Eric e Elektra, dando início ao ataque
Local: { Começou próxima à multidão, terminando junto ao prédio que estava a colapsar
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Hugh D'Carrick
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Hugh D'Carrick

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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeTer Nov 15, 2011 5:44 pm

Ninguém pode me julgar por querer que minha espécie continue. Aqui na terra, os animais que estão em extinção e que possuem a mesma raça são colocados juntos para que possam acasalar e dar vida a seres da mesma espécie. Por que nós, de Kwan’d não podemos fazer o mesmo? O bom é que são 12 escolhidos ao todo, se todos estiverem vivos, ficará ainda mais fácil, por que podemos trocar de parceiros. Sabe, nada sentimental, é apenas sexo, bom para a espécie e bom para todos nós, principalmente pra mim.
Devido ao fato de ter entrado um carro alegórico, do tipo que chama toda a atenção de alguém, nem consegui escutar a resposta da Ellene. Mas, sabia que assim que ela entendesse a grave situação em que nos encontramos, ela ia implorar para ter o meu corpo sexy colado no dela. Formou-se um teatro de péssimo gosto, principalmente pela forma como o seu apresentador conduzia a todos com suas perguntas. Mas, não foi só isso que me fez agarrar a Ellene pela cintura, insistindo que devíamos ir embora, tinha um energia estranha envolta daquele palanque, e o seu apresentador era o que possui a mais negra entre elas.

O carro aos poucos foi se transformando, revelando suas armas, que eu conhecia muito bem. Não pensei duas vezes e gritei para Ellene corresse. As imagens a seguir foram imprevisíveis e difíceis de explicar. Pessoas foram sendo pulverizadas, transformadas em pó. O carro, era uma espécie de armadilha para nos caçar. Era difícil saber a quantidade de pessoas que estava sendo mortas, por que eu só me concentrava em meus pés e em ter que desviar dos tiros. Eu precisava chegar até o Bruce e o Diogo, meu guardião sempre tem os melhores planos de fuga, diferente de mim, que acabo sendo idiota o bastante e me escondendo em qualquer buraco em que encontro, antes de correr feito uma barata tonta. Paramos atrás da barraquinha de sorvete e rapidamente saquei meu celular que daria inveja a qualquer Bill Gates da vida e logo estava com o mapa do local, onde sinalizava onde o Bruce estava, enviando uma mensagem de SOS, mostrando a nossa localização. Mas, fui surpreendido pelo comentário da Ellene.
– Então a caçada no Shopping foi apenas para te pegar? Foi é sortuda por estar viva. Um dos meus olhos estava pregado no celular e o outro estava nos acontecimentos logo atrás da sorveteria. – A única pessoa que me segue é o Bruce, não preciso comentar nada pra ele. Guardei o celular no bolso e comecei a explicar a situação para ela, por que o guardião da Ellene resolveu transformar a nossa história em um conto de fadas para a pobre garota.

Eu tava tremendo, e nem sequer tinha notado. Não tinha tempo para isso, havia coisas demais com a qual eu tinha que me preocupar. Pelo menos, eles resolveram iniciar o massacre, assassinando os políticos, as raças mais podres desse planeta. Tomei um tapa da Ellene pelo comentário que fiz a respeito. A imagem diabólica da Vixen de areia apareceu, juntamente com o X de fumaça que indicava a nossa localização. Precisávamos sair dali o quanto antes e assim fizemos. Era difícil correr entre as pessoas, principalmente na velocidade em que estávamos, passava pelos humanos como um boi, e chegava a derrubar alguns. Mas, eu tinha urgência, precisava sobreviver, pelo meu planeta, por mim, e por eles também. Quem mais poderá deter os Skull’s e as Vixen’s? Se no caso, acontecer de sermos exterminados, eles irão transformar a terra em um verdadeiro inferno.
Criei um campo de força eletromagnético que permitiu nos proteger de um tornado que atingiu o chão e lançou, pessoas, objetos, tudo quanto é coisa e inclusive a sorveteria em que estávamos antes, consegui nos proteger. Apenas balancei a cabeça afirmativamente para a pergunta da Ellene, com um pequeno sorriso nos lábios. Cara, eu sou incrível. Mas, logo em seguida eu escutei uma voz que se destacou entre a multidão, pedindo ajuda e não pude negar. Era a Sam, um mutante a estava agarrando pelos cabelos e eu consegui livrá-la, fritando o cérebro do sujeito. Eu tinha tanta coisa para explicar pra ela, e tínhamos tanto o que conversar, mas, não era o momento oportuno para isso.

Mas, do nada surgiu uma mulher. O engraçado que assim que a encontrei, uma corrente elétrica percorreu todo o meu corpo, quase da mesma intensidade quando eu encontrei com a Ellene e eu sabia, principalmente em um momento como esse, que ela era uma escolhida também. Um sorriso brotou nos meus lábios. Cara, ela era gostosa ( Annie Lawrence) . Agora, éramos um homem e duas mulheres, poderia procriar muito mais rápido e fácil. Mas, não gostei quando ela resolveu mandar em mim e nos olhava diferente, como se fosse superior ou algo assim. Não sei, eu tinha tanta coisa para pensar, mas de imediato, o que posso dizer sobre ela é: Mandona. Mulheres assim são péssimas esposas, mas devem ser excelentes na cama.
– Como é? Vai Pará-los sozinha, você tem problemas mentais? Mas, ela resolveu me ignorar e eu tentei procurar o tal do “Cinco” que ela tinha indicado, antes de perceber que a mesma tinha dado um mega salto e desaparecido em seguida. Quando, notei quem deveria ser o “Cinco”, afinal, Ellene parecia ter conhecido ele e era o mesmo cara com quem a Sam tava conversando mais cedo. Senti algo agarrando meus ombros e meu corpo foi saindo do chão. – Mas, que merda é essa? Olhei para cima e percebi que fui agarrado por um pássaro/mulher. Quem ela pensa que eu sou? Um rato? Um Gambá? Não cheiro tão mal assim, ou cheiro? Desculpem, mas quando eu fico nervoso, transpiro demais. Será que o Rexonna não te abandona falhou? – O galinha de despacho, será que dar para você me colocar no chão novamente? Lá de cima, olhei para o chão e pude ter uma noção de como as coisas estavam seriamente graves. E o mais desagradável, é que eu não estava me sentindo bem, comecei a me sentir enjoado, altura e eu não combinamos muito. Pronto, lá se foi todo o meu sorvete que havia tomado. Vomitei. E eu queria realmente lamentar pelas pessoas que estavam embaixo e que iriam ser atingidas, mas vamos pensar positivo, já pensou se vacas voassem? Eu nem tive muito tempo para me preocupar com as pessoas, por que logo fui atirado sobre um enorme outdoor, com a foto de uma mulher bem gostosa. Bom, se tivesse que escolher um local para ser esborrachado, eu ficaria muito feliz de ser em uns peitões bem grandes como o daquela modelo. Vem pro papai princesa.

Mas, mais uma vez a Ellene resolveu vir me resgatar, não que eu realmente precisasse. Tentei dar algumas descargas elétricas, mas não surtiram efeito, afinal, as patas dela eram de couro, estava esperando a oportunidade em que iria ser solto, para mim atacá-la, por que da forma em que eu estava, era realmente difícil. Quando, fui solto, indo rapidamente em direção a parede, pronto para receber o “Choque” da colisão. Uma espécie de vento me envolveu e impediu que eu colidisse com o prédio e fui flutuando aos poucos até o chão. A baixinha raivosa, tinha me salvado mais uma vez.
– Mas uma vez fui salvo por você. To começando a ficar constrangido. E excitado por nossa noite de procriação. Mas, eu não podia pensar nesse tipo de coisa, ainda. Mas, uma coisa não saia da minha cabeça. “Vai ficar ou vai correr. Vai salvar ou esquecer?” Era minha consciência falando mais alto. Precisava, antes de tudo, acabar com o piriquito que estava sobrevoando e que não me deixaria fugir tão facilmente, depois, talvez, eu poderia ajudar a Mandona da escolhida a derrotar os Skull’s, afinal, como o Bruce mesmo diz. Juntos, somos quase imbatíveis. QUASE. Esse é o problema. – Será mais rápido se você me ajudar a acabar com a Pomba ali em cima. Essa é a hora de lutar, infelizmente. Vamos lá pra cima. Segurei-a pela cintura e dei um impulso, salvamos alguns metros no ar, mas não foi o suficiente. – Use os seus poderes para chegarmos ao topo, rápido. Por alguns segundos, eu achei que iríamos voltar ao solo novamente, mas ela conseguiu utilizar os poderes, até passarmos por cima do Outdoor e tocarmos a cobertura. Pude avistar a mulher ave sobrevoando o local, de olho em nós. Utilizando os meus poderes, eu retirei o outdoor do local em que ele estava, soltando os parafusos, em seguida arremessei em direção a mesma. Enquanto isso, formei uma massa solida de um raio em minhas mãos e corri um pouco para a direita o arremessando em seguida, na direção dela também, agindo como um míssil guiado, por mim é claro. – Vamos ter frango assado agora.

Citação :
Interagiu com: { Annie, Ellene e Kristen Hill
O que aconteceu: { Após ser pego pela Kristen e salvo pela Ellene, ele resolveu atacá-la e subiu no prédio em que ela estava sobrevoando. Atacando-a com o Outdoor e com uma massa solida de raio. =D
Local: {Agora, está no terraço do Prédio, junto com a Ellene.

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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeSab Nov 19, 2011 5:08 pm

Não era minha intenção sair pela cidade e mostrar que o grande herdeiro Playboy era na verdade mais um mutante entre os que estavam presentes no local. A verdade, é que era meio difícil saber quem era alienígena e mutante no meio de tanta gente. As únicas pessoas que se podiam diferenciar era a população amedrontada que tentava de alguma forma se salvar no meio de tantos tiros, poderes e pessoas estranhas. Mas, como disse, era preciso utilizar as minhas habilidades, afinal, minha vida também estava em risco e principalmente pelo fato de que algum filho de uma égua prestes a parir resolveu tentar colocar meu prédio abaixo. Sério, quando eu encontrar o palhaço que teve essa brilhante idéia, foi congelá-lo por completo. Com tantos prédios ao lado, foi atacar logo o meu?
Criei uma armadura de gelo em volta do meu corpo e congelei a base e parte do meu prédio para que ele não caísse, ou pelo menos, demorasse um pouco mais em pé. Só não esperava que a Elektra fosse vir atrás de mim e notar que eu sou muito mais complexo do que ela sequer imaginou. Acertei um homem que tentava capturá-la. E após isso, ela tocou minha pele, é, nessa hora subiu um calor enorme. Ela nunca me tocou, não dessa forma. Era bem melhor do que tomar um chute nas bolas. – Salvar pessoas... mas que coisa mais sem graça. Mas, eu adoraria contemplar as suas habilidades. Dois homens armados surgiu bem em nossa frente, apontando suas bizarras armas. Eu ia atacá-los, quando a Elektra de alguma forma me parou com sua atitude. – Está com dor de cabeças essa hora? Comentei após vê-la colocando a mão na cabeça e fazendo uma cara de “Paisagem” Olhei para os homens que no começo pareceram confusos e começaram a atirar em si próprios. – Mas que tipo de bruxaria é essa? Brinquei, meio surpreso e assustado com o que ela capaz de fazer. Parecia que podia adentrar na cabeça das pessoas e fazer com que elas façam o que ela quer. Poderes deveras interessantes e assustadores. – O seu certamente é bem mais legal. Você não usou isso contra mim né? Mas, minhas atenções recorreram a um barulho de gelo sendo partido, seguida de uma voz de uma mulher, parada, olhando para nós.

Talvez pelo tom que ela usava em suas palavras e a forma como nos olhava, eu não conseguia confiar nela e principalmente estaria atento para o que estivesse a acontecer. Ela destruiu o homem que antes eu tinha congelado. Aquilo era propriedade privada, ela não tinha esse direito. – Nós sabemos o quanto somos incríveis. Obrigado por notar isso. Disse ,enquanto dava passos para trás, a medida que ela ia avançando em nossa direção. Eu não estava gostando desse andar da conversa e principalmente eu não estava gostando dela. – Fica alerta. Comentei baixo para a Elektra. Se tem uma coisa que eu aprendi no subúrbio da França, é ficar alerta com tudo. Desconfiar de tudo. E como eu tinha imaginado, ela não era uma das boazinhas. De suas mãos, surgiram o que parecia duas bolas elétricas, difícil de explicar, mas era surpreendente. Mesmo eu sendo mutante, visualizar outros mutantes utilizando os seus poderes, era bem bizarro. E estava claro que éramos os alvos dela. Certamente ela deveria estar trabalhando com os alienígenas que destruíram o meu prédio. Vendo a sua descarga elétrica vindo em nossa direção, eu projetei um escudo altamente reforçado com a camada mais grossa que eu poderia no momento. Mas, mesmo assim, me joguei em direção a Elektra, onde caímos no chão e vimos os raios dela passarem pelo meu escudo, retendo um pouco do seu poder, rente a nossa cabeça. – Eu vou congelar cada célula do corpo dela e guardar de enfeite no meu apartamento. Toquei o chão com as minhas duas mãos e um caminho de gelo foi se formando, em direção onde a mutante estava, se a tocasse, certamente iria imobilizar os membros inferiores dela.

Mas, eu não iria ficar esperando para saber se iria acertá-la ou não. Estava empolgado por finalmente ter alguém para lutar comigo. Sabia que de alguma forma, eu estava em desvantagem, pois, só poderia utilizar uma pouca porcentagem dos meus poderes. Mas, isso de alguma forma me deixava ainda mais empolgado. Criei uma ponte de gelo que ia me locomovendo, até chegar em torno de uns 10 metros de altura, onde podia-se ver praticamente tudo o que estava acontecendo, mas, minha total atenção estava na mutante logo abaixo de mim. Estando perfeitamente na mire, criei dezenas de estacas de gelo, jogando na direção em que ela se encontrava. - Vamos ver se você resiste a isso.

Citação :
Interagiu com: { Elektra Valentine e Gabrielle Stefleer
O que aconteceu: { Conseguiu desviar dos atacas da mutante e contra-atacou e criou uma ponte de gelo a uns dez metros de altura, onde a atacou novamente.
Local: { Proximo ao prédio que estava a caindo
Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças   Macy's Desfile do Dia de Ação de Graças - Página 3 Icon_minitimeSab Dez 17, 2011 6:55 am

Mais uma vez, me via em meio a uma confusão sem tamanho sem ao menos saber a verdadeira razão disso. O dia hoje, tinha tudo pra ser divertido (tirando o fato dos meus pais terem me arrumado um pretendente). O desfile de Ação de Graças já era tradicional, as familias se reuniam apenas para agradecer e comemorar o fato de ainda estarem juntas (mesmo que seja somente nessa epoca do ano) e por isso, tinha um significado bem especial.

Se nem eu, que já tinha passado por uma experiencia tão traumatizante quanto aquela, esperava por isso, imagina aquelas familias inocentes? Por mais que eu quisesse fazer algo, ainda não sabia o que podia fazer. Tudo que eu queria, era que o Diogo aparecesse e me dissesse que tudo ficaria bem e me tranquilizasse, pois ele sempre fazia isso.

– Então a caçada no Shopping foi apenas para te pegar? Foi é sortuda por estar viva. - acenei rapidamente com a cabeça, mas fiquei bem quietinha pra que nenhum daqueles loucos coma quelas armas assustadoras nos vissem. Estava tão tensa que nem pude acreditar que num momento coo aquele, o Hd resolveu twitar alguma coisa. – A única pessoa que me segue é o Bruce, não preciso comentar nada pra ele.

Que seja! Ai, minha santinha! Tudo que eu queria era que aquilo tudo acabasse e que eu voltasse a ter minha vidinha normal: café da manhã com meus pais, aulas na faculdade, as aulas com as crianças do orfanato, depois fechar o dia com algumas compras no shopping.

Mas não! Agora que as coisas começavam a fazer mais sentido e o HD me contou o que eu era e quem eram aquelas pessoas, tive certeza que NUNCA MAIS conseguiria ter minha vidinha de volta. Nem sei se muita terapia ajudaria num caso como esse. Enfim, não dava pra ficar pensando em como seria o futuro. Nós não teriamos futuro s enão conseguissemos sobreviver aquilo, então o presente era o mais importante agora.

A destruição causada pelos Skulls (acho que foi esse o nome que o Diogo usou uma vez) apenas crescia. SE eu era um daqueles "escolhidos' a quem eles procuravam, quer dizer que eu tambem sou uma responsavel pelo que stá acontecenedo e, se eles não me encontrarem... isso não vai parar...

Eu senti uma vontade tão grande de chorar, de gritar de ma agarrra em alguém e pedir ajuda, mas isso não adiantaria. Eu tinha que ter um pouco mais de coragem e enfrentar tudo, tinha que sobreviver para conseguir fazer algo, por isso, eu e o HD saimos correndo, procurando um local mais seguro, mas ele acabou encontrando e salvando a sam. Como resultado, quase foi atingido por um golpe de uma mutante, mas consegui chegar a tempo para evitar que fosse atingido. Depois de falarmos um pouco com a Sam, encontramos uma outra garota. Assim que a vi, tive certeza que ela era como eu e o HD. Como eu soube? Aquela sensação que senti quando vi o HD. Acabei sentindo de novo. Junto com a garota, também encontrei o Chace, aquele cara que estava com o Angelo no Shopping. Fiquei tão feliz em vê-lo que nem pensei duas vezes e o abracei, de tão aliviada que fiquei, pois achei que ele tinha morrido!

Mas, nem tive tempo de perguntar sobre o Angelo, ou pedir mais alguma explicação sobre o que estava acontecendo, pois um tipo de mulher-pássaro agarrou o HD pelos ombros e o levou para prédios mais distantes. Cara, eu perdi a respiração quando a vi levá-lo. Um ma onde de energia percorreu cada centimetro do meu corpo que reagiu sem ao menos eu me dar conta. Quando percebi, já estava correndo a toda velocidade observando-a do alto. Com um salto, ultrapassei algumas pessoas que estavam fugindo e, ao vê-lo caindo, manifestei algum tipo de poder, criando um circulo devento ao seu redor que o trouxe ao chão em segurança.

Continuei a correr em sua direção, até parar ao seu lado.Coloquei a mão em seu ombro e indaguei preocupada. - Você tá bem?- olhei para todoseu corpo, como se assim pudesse ver se havia algo machucado nele.

– Mas uma vez fui salvo por você. To começando a ficar constrangido. E excitado por nossa noite de procriação.- ele respondeu e, acho que fiquei tão nervosa que, ao invés de dar algum tapa ou reclamar de algo, acabei dando um sorriso aliviado.

- É, parece que você tá bem. Continua doidinho...- brinquei e olhei na direção de toda aquela batalha que estava acontecendo. Eles estavam nos caçando. E a grande maioria daquelas pessoas nem sabia o que estava acontecendo. Deviam estar gritando por dentro para que esses "escolhidos" aparecessem logo e acabassem com aquele sofrimento todo. Ou, estariam esperando que os tais "escolhidos" aparecessem, como super-herois e os salvassem daqueles monstros. Independente de quais fossem seus pensamentos, sentia que precisava fazer algo. cerrei meu punho enquanto observava a cena e respirei fundo.

Olhei para o Hd e pareceu que tivemos o memso pensamento. -Será mais rápido se você me ajudar a acabar com a Pomba ali em cima. Essa é a hora de lutar, infelizmente. Vamos lá pra cima. - meneei com a cabeça e me segurei nele quando ele enlaçou minha cintura e saltou varios metros acima. – Use os seus poderes para chegarmos ao topo, rápido.- entendi o recado e mais uma vez, fiz um movimento rápido com as mãos, concentrando-me. As nuvens nos céus pareceram s ejuntar um pouco mais e um vento forte soprou em nossos rostos antes de formarem um tipo de redemoinho abaixo de nossos pés e nos impulsionarem para cima de um dos prédios.

Mal haviamos tocado o chão, tivemos que nos virar a tempo de ver a mulher alada sobrevoando ain da proxima a nós. O HD usou seus poderes e arrancou o outdoor e o lançou em sua direção. Em seguida, começou a acumular um tipo de energia em sua mão e a lançou na direção da mulher. – Vamos ter frango assado agora.

Nem tive tempo de ver o resultado disso, pois apena souvi um barulho que pareceu um assovio. daqueles assivios de quem está querendo lhe chamar a atenção. Quando tentei virar, apenas senti um baque forte em meu rosto que me jogou para trás com tudo. Fiquei atordoada, sem saber o que tinha me atingido, mas de repente, senti alguém me segurar pelo pescoço, me impedindode respirar. me tirou do chão. Agarrei suas mãos, tentando me livrar daquele aperto que se tornava cada vez mais forte.

- Ora, ora, ora... olha o que temos aqui, Joe.- senti que ele girou meu corpo, me mostrando para o outro mutante que o acompanhava. Tive tempo de vê-lo pousar. Diferente da mulher, o outro mutante não tinha asas, mas coseguia levitar com facilidade. - Será que vamos ser recompensados se acabarmos com a garotinha e o magricelo aí?- indagou o grandão que me segurava, com sua voz molenga de quem não parecia ter cerebro.

- Pode brincar com ela, irmãozinho... deixa que do magrelo aí, cuido eu. - olhei de lado e o vi estalar os dedos e virar na direção do HD. Eu mal conseguia respirar, mas ainda tinha forças para pensar em qualquer coisa para me livrar daquele grandão. mas, acho que precisaria de qualquer ajuda que fosse. - Que cara é essa, Magrelo? Vai querer ajudar sua amiguinha, vai? Quero só ver você tentar...

Citação :
Interagiu com: { HD, Kristen e NPCs
O que aconteceu: { Salvou o HD, foi atacada por um mutante enorme (NPC1) e viu o NPC2 se dirigirao HD. Ah, está sendo sufocada.
Local: { No terraço de um dos prédios, com o HD e os NPC's.

Spoiler:
 

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